Lista: Os jogos do SNES Classic (Parte 1) - Neo Fusion
Lista
Os jogos do SNES Classic (Parte 1)
12 de outubro de 2017

No final de setembro, a Nintendo lançou o mini-console batizado de Super Nintendo Entertainment System: SNES Classic Edition, um relançamento de um dos consoles mais amados da história. É fácil argumentar que o Super Nintendo tem uma das melhores e mais influentes bibliotecas de jogos da história, e os 20 (+1) jogos selecionados para a coletânea dão um excelente gosto do que isso tudo representou nos anos 1990.

Nesta série de duas partes, vamos explorar a lista de títulos do mini-console, explicando um pouco o contexto, a qualidade e o legado de cada um dos jogos.

Super Mario World

Se tem um jogo da lista que não requer introdução, é Super Mario World. Lançado em conjunto com o SNES, este é facilmente o jogo mais icônico do sistema. Assim como veremos em diversos outros títulos desta lista, Super Mario World continua uma série que começou no NES, aproveitando o poder do novo console para trazer toda a ambição que não era possível em 8 bits.

Além das 96 fases disponíveis, o grande diferencial de World em relação a Super Mario Bros. 3 é que uma grande parte das fases contavam com saídas alternativas, aumentando o incentivo para explorar e encontrar segredos nelas. Para completar o pacote, o jogo marca a estréia do dinossauro Yoshi.

Uma das partes mais fascinantes de Super Mario World para fãs da Nintendo hoje são os créditos no final do jogo. Eles hoje parecem mais uma lista de celebridades do mundo dos jogos do que uma equipe de desenvolvimento: Shigeru Miyamoto, Takashi Tezuka, Hideki Konno, Katsuya Eguchi e Koji Kondo são todos figuras importantíssimas dentro da Nintendo. O artista do jogo, Shigefumi Hino, pode não soar tão familiar, mas ele é responsável pela série Pikmin e pelo recente Super Mario Maker.

Super Mario Kart

Super Mario Kart é um dos jogos multiplayer mais memoráveis do sistema. Fruto da colaboração de Hideki Konno (que havia trabalhado na série Mario) com Tadashi Sugiyama (que criou os personagens Popo e Nana de Ice Climbers), o primeiro jogo de corrida do Mario não apenas inaugurou a série Mario Kart, mas abriu as portas para todo um mundo de esportes para o encanador.

Usando um chip DSP que fazia cálculos de escalonamento de sprites, o jogo simulava um visual em 3D. Isso havia sido feito antes em F-Zero, mas Konno e Sugiyama tinham o desafio de fazer isso funcionar para dois jogadores simultaneamente. Isso resultou em pistas mais densas; as áreas menores funcionavam melhor no hardware disponível. E, com pistas mais curtas, fazia mais sentido karts mais lentos do que as naves ultrarrápidas de F-Zero. Surgiu, então, a ideia de usar os personagens de Mario como base.

The Legend of Zelda: A Link to the Past

Desenvolvido por basicamente a mesma equipe de Super Mario World, o terceiro jogo da série The Legend of Zelda é outro exemplo de expansão de um conceito apresentado no NES. Batizado de A Link to the Past, o jogo parte da base do primeiro — um mundo semi-aberto, um guerreiro de verde, um porco demoníaco — mas faz tudo maior e melhor.

Com menos restrições de memória, a história, os visuais e a trilha sonora brilham em conjunto para apresentar a aventura mais épica da Nintendo até então. Muitos dos conceitos apresentados nele, como a dinâmica entre duas dimensões e vários itens, permanecem na série até os jogos mais modernos.

F-Zero

O jogo de estreia de Captain Falcon, F-Zero, foi um dos primeiros jogos de corrida no SNES. Passando-se seis séculos no futuro, suas naves voam a centenas de quilômetros por hora.

De todos os jogos da coletânea, este é um dos mais afetados pelo passar do tempo. Jogos de corrida daquela época em geral perderam muito apelo pela simplicidade dos seus visuais e física simples. Além disso, a falta de um modo de dois jogadores é grave para um jogo desse gênero.

Ainda assim, o jogo vale uma visita para qualquer um que tenha curiosidade sobre as origens da série.

Super Metroid

Super Metroid, Super Mario World e A Link to the Past formam uma espécie de trilogia. São três jogos excepcionalmente bons, que surgiram a partir de jogos mais primitivos no NES. E os três traçaram o futuro de suas próprias séries e gêneros.

O terceiro jogo da Samus não é apenas frequentemente considerado o melhor jogo da série, como é uma presença obrigatória em qualquer lista de melhores jogos de todos os tempos. A forma com a qual ele abordou exploração e progressão, além de ambientação através da combinação de gráficos e sons, é influente até hoje, mesmo além do gênero metroidvania.

Talvez toda essa excelência não seja aparente desde o começo, mas há muitos motivos pelos quais Super Metroid é o embaixador do speedrunning, a arte de terminar jogos rapidamente. 23 anos depois de seu lançamento, o recorde mundial continua em frequente evolução (esta semana foi registrado o tempo de 41m40s), contando até com uma técnica que só foi descoberta em 2017. Este é um jogo que guia jogadores novatos pelo mundo através dos itens e do level design, mas dá toda a liberdade aos veteranos jogarem como quiserem.

Street Fighter II Turbo

Quatro versões de Street Fighter II foram lançadas ao longo da vida do Super NES (e mais três foram lançadas depois), mas apenas uma está presente no Super NES Classic. Street Fighter II Turbo é a terceira delas, trazendo algumas novas habilidades para os lutadores e, mais importantemente, uma velocidade de jogo acelerada. No SNES, há a opção de jogar na velocidade Turbo, que requer uma maior precisão nos comandos, ou na velocidade original, tornando o jogo praticamente idêntico ao antecessor, Street Fighter II: Championship Edition.

Independentemente de todos esses detalhes, Street Fighter II é provavelmente o jogo de luta mais importante já lançado, pavimentando o caminho para quase tudo que surgiu do gênero depois. Mesmo após uma infinidade de relançamentos e sequências, qualquer evento de jogos de luta hoje — do Treta à EVO — conta com um grupo de jogadores dedicados ao jogo clássico.

Super Punch-Out!!

Um dos últimos resquícios da época de arcade da Nintendo, a série Punch-Out!! nos coloca nos pés de um boxeador lutando pelo cinturão de um campeonato. Apesar do nome, o Super Punch-Out!! do SNES é um jogo completamente distinto do Super Punch-Out!! lançado pra arcade dez anos antes.

A versão de SNES é uma das mais acessíveis hoje, graças a seus visuais renovados e controles mais modernos. Um de seus aspectos mais elogiados é a mistura de aspectos fantasiosos em um esporte real, característica que se tornou a base de todos os jogos de esporte da Nintendo. Ele recebeu apenas uma continuação, o Punch-Out!! do Wii, mas seu protagonista, Little Mac, finalmente voltou aos holofotes com sua inclusão em Super Smash Bros. for Wii U.

Super Castlevania IV

Antes da série colocar o “vania” em “metroidvania”, Castlevania era mais um jogo de ação do que exploração. Super Castlevania IV é outro jogo que trabalha em cima de jogos lançados originalmente para o NES. Além dos visuais melhorados, ele aumenta as possibilidades de ação do personagem, fazendo do combate algo mais fluido e dinâmico.

Donkey Kong Country

Os visuais de Donkey Kong Country foram um experimento para fazer um jogo que se assemelhava a gráficos poligonais sem a necessidade de hardware adicional no Super NES. Para atingir isso, a Rare usou modelos em 3D “achatados” para funcionarem como sprites convencionais.

Hoje em dia, há controvérsia sobre o quanto esses visuais se sustentam, mas, independente disso, Donkey Kong Country merece ser jogado, mesmo que apenas pela trilha sonora de David Wise.

Mega Man X

A Capcom também deu nova vida à série Mega Man (que recebeu seis jogos no NES) com o lançamento do SNES. Mega Man X continua trazendo oito robôs para enfrentar e oito poderes para colecionar, mas, por cima disso, há mecânicas novas como o dash e o wall jump para fazer do gameplay algo mais dinâmico.

Também são apresentadas fases no começo, meio e fim do jogo para dar mais estrutura à narrativa e partes de armadura (além do lendário Hadouken) espalhdas em locais secretos das fases para serem encontradas. Enquanto a série clássica de Mega Man pode ser punitiva demais para iniciantes, Mega Man X é muito mais acessível, mas não deixa de trazer uma boa dose de desafio.


Na próxima parte desta série, falaremos sobre os outros dez jogos da coleção. Para saber mais sobre o inédito Star Fox 2, confira nossa reportagem a respeito.

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Comentários

[…] (Texto publicado no Neo Fusion, em 18/02/2021, disponível no link: http://54.237.89.239/materia/previa/valheim/) […]

[…] (Texto publicado no Neo Fusion, em 14/01/2021, disponível no link: http://54.237.89.239/materia/analise/tell-me-why/) […]

[…] a alternativa não é descartada. Até mesmo tivemos uma história inédita do marsupial em Crash Bandicoot 4: It’s About Time. Poderíamos ter uma nova versão futuramente de Crash Bash – o party game da franquia […]

[…] mas também foi possível prestigiar títulos à parte dos cartunescos, como, por exemplo, o novo Tony Hawk’s Pro Skater 1+2, que resgatou a alma de um dos jogos de esporte mais icônicos de sua geração. Embora a origem […]

[…] não sendo tão inovador e debatível quanto Her Story, o título certamente conquista um espaço importante no (já não tão popular) gênero dos […]

Breath of the Wild carater família?

wishlistei

Você sabe me falar se compensa eu comprar esse ou posso jogar o original também, eu tenho o original mas não. Joguei nenhum você pode me ajudar nessa Dúvida de 259 reais kkkk

Incluindo a fonte de meu comentário.: http://www.vgchartz.com/gamedb/games.php?name=just+dance+2018&keyword=&console=&region=All&developer=&publisher=&goty_year=&genre=&boxart=Both&banner=Both&ownership=Both&results=50&order=Sales&showtotalsales=0&showtotalsales=1&showpublisher=0&showpublisher=1&showvgchartzscore=0&showvgchartzscore=1&shownasales=0&showdeveloper=0&showcriticscore=0&showcriticscore=1&showpalsales=0&showreleasedate=0&showreleasedate=1&showuserscore=0&showuserscore=1&showjapansales=0&showlastupdate=0&showlastupdate=1&showothersales=0

O que mais impressiona é que a versão mais vendida deste jogo foi a do Nintendo Switch, seguida da fucking versão de Wii! TEM GENTE COMPRANDO JUSTA DANCE PRA WII EM 218! E vendeu bem mais que no One... Dificilmente um JD 2019 vai ficar de fora do velho de guerra da Nintendo!

<3

Este jogo é fantástico! Muito bom evoluir todos os personagens. Os personagens da 2ª geração ficam ainda mais fortes. Celice, filho de Sigurd, torna-se quase um Deus, o deixei com 80 de HP, o máximo, como outros status que ficaram no seu máximo, mais os itens: Silver Sword, Silver Blade, Power Ring, Speed Ring, Defence Ring, deixando o Celice muito forte e resistente.

Obrigado! Sobre suas dúvidas: 1) Eu não consegui confirmação concreta de quem é o CEO atual da Game Freak. O pouco que descobri apontava para o Satoshi, mas é possível que ele já tenha saído sim. 2) O texto foi escrito em dezembro, antes do anúncio de Bayonetta 3. Como a ideia é lançar um listão assim a cada seis meses, acho que não vale o trabalho ficar atualizando a cada anúncio. Mas se houver demanda, posso fazer.

Belo compendium dos estúdios da Nintendo e afiliados! Só tenho duas dúvidas: 1- O Satoshi ainda é CEO da Game Freak? Pensei que ele já tinha se afastado. 2- A Platinum não está fazendo Bayonetta 3 agora?

Que bacana, o jogo parece bem legal. Só não compro porque larguei rápido o último jogo do tipo que peguei (Animal Crossing: New Leaf)

O Zelda mais zeldoso de todos

Esse é jogo é O Zelda?

Valeu :)

Realmente é algo incrível, parece até informação secreta kkkkkkk, ótimo post.

Analise justíssima, parabéns Renan! Na minha opinião, por mais que Pocket Camp seja inegávelmente a experiência mobile da Nintendo mais próxima que tivemos da “versão console”, é desnecessariamente repetitivo, incompleto e enjoativo. Além do gameplay lento (como citado na análise), não existem grandes recompensas pela progressão no jogo além de novos personagens e móveis pra construir. No fim, Pocket Camp é apenas (o pior de) New Leaf adaptado para smartphones, com 10% das funcionalidades e mecânicas free-to-play. Talvez uma atualização dê alguma tapeada na repetitividade excessiva, mas teriam que mudar tanto o jogo que nem sei se vale a pena.

Não joguei esse Zelda ainda, por isso não posso fazer comentários sobre o jogo mas sei que a Nintendo sempre capricha nos seus jogos e usa artificios muito elaborados até para as coisas mais simples, certa vez na internet achei um vídeo relacionando o construtivismo de Vygotsky com o jogo super Mario...por fim estou gostando dessa abordagem mais técnica dos jogos, sai um pouco do padrão da internet

É um openworld, no dois vc começa adolescente e vai envelhecendo, as cicatrizes permanecem, vc pode comprar casa e casar nas diferentes cidades... no terceiro muda mas as decisões são fodas, por exemplo vc procura apoio da população de uma vila pra dar o golpe no seu irmão, então vc promete uma ponte pra cidade, depois do golpe vc tem escolher entre construir a ponte e aumentar o exército da sua nação contra o inimigo do jogo ..daí sua escolha muda tudo

Eu ouvi muito de Fable na época pré-lançamento dele, mas não cheguei a jogar. Tinham muitas promessas nesse sentido mesmo, que você ia passar anos na pele do mesmo aventureiro. Ele chega a ser um openworld? E as escolhas geravam caminhos e quests diferentes?

Um jogo bem interessante mas que muita gente não gosta é Fable, vc ter uma vida, fazer escolhas que vão afetar a história é bem interessante, seria bem legal se em Zelda você pudesse desenvolver uma cidade e se tornar herói/prefeito

Rapaz, que texto. A crítica que você fez à premiação do Uncharted bate no ponto certo. As narrativas mais envolventes do universo dos games, pra mim, foram aquelas que exploraram todo o potencial de interatividade que a mídia propõe. Nada contra Uncharted e eu acho que o jogo é brilhante em vários outros aspectos, mas os exemplos citados no texto falam por si só. Enfim, gostei muito. E o site tá lindo, isso aqui é qualidade pura.

Excelente lista! O Switch é uma awesome little indie machine :)

Faltam 2 horas e estou que nem criança imaginando minha reação se eu ganhar.

Olha... excelente texto. Esse é um problema que eu já vinha discutindo em meus círculos de amizade ha um bom tempo. Isso fica ainda mais evidente quando percebe-se a necessidade das grandes publishers de seguirem tendencias mais lucrativas não afetam apenas o game design em si, mas também as temáticas, narrativas, e até mesmo a direção de arte dos games. Vide a enxurrada de jogos de zumbis que tivemos na geração passada... Por falar em indies, eu vejo muito potencial para que os próximos AAA inovadores saiam deles. O orçamento ainda é um problema, mas financiamento coletivo já é uma realidade. Acredito que equipes extremamente competentes e comprometidas consigam levantar fundos para levar adiante o desenvolvimento de jogos desse nível.

O sorteio vai ser ao vivo via live???

Obrigado Igor! Seja bem-vindo ao Nintendo Fusion :)

Rapaz, que texto foda! Parabéns Renan! Fico cada mais feliz em ser Nintendista em tempos como esse (apesar de ainda não ter um Switch), saber que a Nintendo rema pesado contra essa maré cheia de lixo. Recentemente o designer da BioWare, Manveer Heir (Mass Effect) compartilhou que a EA só tem foco mesmo nas microtransações, que ainda viu gente gastando 15 mil dolares com cards de multiplayer do Mass Effect 3. Pra piorar agora tem o sistema de Loot Box, que está na moda, e a Warner empolgou com o Shadow of Mordor. Loot Box pra fechar campanha ou pra tentar competir online nos jogos, pra mim isso é praticamente o fim. A única esperança que tenho nessa industria que amo tanto são mesmo nos indies, Nintendo e algumas empresas. Espero que a Activision não estrague a Blizzard, pq apesar de Overwatch ter Loot Box, são completamente cosméticos, e eu acho isso bom até, pq jogar pra desbloquear coisas visuais é muito mais interessante e prazeroso que jogar pra tentar a sorte com um item específico pra ser mais competitivo com upgrades no status do personagem.

Não aparece para você no começo do texto? https://uploads.disquscdn.com/images/b809b035a7e4e21875dfe6af44cc2d10dccbe7c3eea556e1be57fe8018d72a32.png

cadê o tal formulário do Gleam? não vi link nenhum no texto... tá mal explicado isso...

Das publicadoras de games, a EA é sem duvidas a pior. Não foi atoa que foi escolhida como a pior empresa americana por dois anos consecutivos. Não quero parecer um hater, mas é essa filosofia de shooters multimilionários, com gráficos de ponta e extorquimento de dinheiro dos consumidores é que vai fazê-los fechar as portas. Isso fica evidente com o “apoio” da empresa ao Switch, não souberam mais uma vez ler o sucesso do console, e repetem os mesmos erros de uma década: investir pesado em gêneros supersaturados. E é interessante notar como o Iwata foi capaz de enxergar uma realidade mais de uma década á sua frente, e feliz que cada vez mais empresas adotam essa estratégia: jogos de menor orçamento e maior foco no público

Agora sim vou ter meu switch o/

Sim!

Qual é a exceção "imperdoável"? Chrono Trigger?

Reativei minha conta só pra promoção kkkk

Cara, não uso Twitter. Até tenho, mas nem lembro senha nem nada. Vamos ver se tenho sorte

Parabéns à todos nessa nova empreitada, o site é promissor!

Acho que o único defeito desse game foi ter requentado muitas fases, poderia ter sido apenas a GHZ, por exemplo. Mas fora isso é impecável.

sera que agora ganho o

Precisa compartilhar no Facebook. Nos outros lugares é opcional.

Eu preciso compartilhar o sorteio pelo facebook? Ou é preciso compartilhar em outro lugar?

Felipe Sagrado escreva-se em tudo para aumenta a change brother!!!!

Você pode participar sim, só não vai poder obter os dois cupons relacionados ao Twitter. :)

Boa tarde. Eu não uso o Twitter, então gostaria de saber se isso impede minha participação ou só diminui minhas chances?

? vou seguir o Renan aqui tbm