Opinião: Você deveria se importar mais com os bastidores da indústria - Neo Fusion
Opinião
Você deveria se importar mais com os bastidores da indústria
13 de agosto de 2020

Nas últimas semanas, a Ubisoft tem sido alvo de várias manchetes. No entanto, dependendo com quem você fala — ou lugares que frequenta — elas podem ser bem diferentes. De um lado, a empresa teve prévias bem recebidas de Watch Dogs Legion e Assassin’s Creed Valhalla e, no meio tempo, descobriu-se que há alguns anos ela cancelou um jogo com temática Arturiana que seria dirigido pelo ex-BioWare Mike Laidlaw.

De outro, a Ubisoft é uma companhia que revela cada vez mais uma cultura corporativa tóxica, na qual executivos de alto escalão tinham poder demais. Poder esse que se estendia tanto na decisão sobre que tipo de jogo era feito dentro do estúdio quanto sobre dinâmicas de trabalho marcadas por assédio, tanto físico quanto moral.

Seguindo somente a cobertura mais mainstream dessa situação, é muito provável que você não saiba — ou não se importe — muito sobre esse segundo aspecto. Afinal, para que ficar falando de “coisa chata” e que “desanima” se os jogos são o que importa? De que me interessa saber que as pessoas envolvidas no desenvolvimento do tão aguardado game foram mal tratadas, se no fim das contas o produto final é bom? Sob uma ótica superficial, pensar assim até faz sentido, mas não é preciso ir muito a fundo para entender a importância de falar sobre essas “coisas chatas”.

Poder absoluto na mão de poucos

Pelas descrições que surgiram nas últimas semanas, Serge Hascoët era praticamente um “deus vivo” dentro da Ubisoft. Responsável pela direção criativa da empresa, ele tinha poder de veto sobre todo e qualquer projeto dentro da empresa, mesmo não sendo um de seus fundadores. Algo que até parece fazer sentido, visto que, sob sua direção, ela conseguiu estabelecer Assassin’s Creed, Far Cry e Watch Dogs como alguns dos maiores sucessos da indústria.

No entanto, esse poder não era usado de forma benevolente por Hascoët. Acostumado a mandar e desmandar, o executivo se tornou uma figura temida dentro da desenvolvedora. Caso algo não o agradasse em um projeto — seja a temática, os sistemas ou qualquer outro ponto totalmente subjetivo —, ele era engavetado sem pensar duas vezes.

Serget Hascoët

O tal RPG Arturiano comandado por Mike Laidlaw? Cancelado porque o chefão simplesmente não gostava da temática e achava que, se fosse para investir em obras de fantasia, o produto final deveria ser “melhor do que Tolkien”. Para quem lê os relatos, o problema é claro: ao determinar um objetivo praticamente inatingível, o executivo condenou a produção ao cancelamento — e, com isso, Laidlaw terminou sua promissora passagem pela Ubisoft sem entregar nada.

Se as diversas denúncias de assédio que ajudaram a tornar a empresa um ambiente em que minorias e mulheres se sentiam intimidados não o convence que há algo muito errado com a Ubisoft, talvez o caso específico desse game cancelado possa funcionar. Dá pra imaginar quantos projetos interessantes, variados e arriscados não foram jogados fora por conta da arrogância de um só homem?

Mas e se essa arrogância e poder também fossem continuamente apoiados por quem estava acima dele, incluindo o CEO Yves Guillemot (que se fez de “João sem braço” sobre o assunto)? Parece ser um cenário bem desconfortável para produzir jogos: ou você faz o que o chefe (que era conhecido por tornar o ambiente tóxico) manda, ou a coisa não vai para frente, mesmo que sua experiência e conhecimento digam que aquilo não é a melhor solução.

Ghost Recon Breakpoint

Ghost Recon Breakpoint e The Division 2 parecem ser a prova de que, no fim das contas, a fórmula mágica e as soluções “visionárias” de Hascoët não eram à prova de falha. Para completar, ele era uma pessoa bastante desagradável de trabalhar. Em outras palavras, quem trabalhou nesses projetos teve não somente que lidar com um ambiente de trabalho longe do ideal, mas, por “seguir as ordens de cima”, ainda teve que lançar algo que não era muito bom.

Obviamente, não dá para saber se a ausência do executivo seria o suficiente para salvar esses jogos ou tornar outros melhores. Mas, pela minha experiência, Assassin’s Creed Syndicate, Origins e Odyssey poderiam ser ainda melhores se as verdadeiras protagonistas pensadas pelos criadores pudessem ter brilhado e não sido forçadas a dividir o palco com figuras masculinas meio toscas porque “mulheres não vendem jogos”.

AC Odyssey

Infelizmente, Hascoët não era um caso isolado dentro da Ubisoft. Entre executivos que enforcavam mulheres e reforçavam uma cultura de fraternidade universitária, parece que a empresa era um ambiente rico para assédio e desconforto — contanto que os resultados financeiros estivessem bons, isso não parecia incomodar quem estava no comando. A posição, até tudo isso vazar para o público, era a mesma da comunidade de Dark Souls: está difícil e não consegue suportar? Engula o “choro”, vista sua melhor cara de “está tudo bem” e “GIT GUD” suportando esse ambiente horrível. Se não aguenta, é só desistir do sonho de trabalhar na indústria ou torcer para conseguir algo melhor.

Blizzard, o que fizeram com você?

Outro estúdio que também sofre com questões problemáticas é a Blizzard. Sinônimo de alta qualidade e uma filosofia de “só lançamos quando estamos prontos”, a casa de Warcraft e Diablo passou por mudanças substanciais nos últimos anos. Se antes o estúdio parecia ter a “fórmula mágica”, agora mesmo os fãs de longa data temem o que eles podem fazer para estragar suas franquias consagradas — Warcraft 3: Reforged ainda continua desastroso, por exemplo.

Blizzard

Se em 2018 e 2019 tivemos notícias de que a Activision estava aumentando sua influência sobre a desenvolvedora — o que inclui a infame decisão de demitir centenas de pessoas após um ano de lucros-recordes —, agora parece que isso se consolidou. Uma matéria publicada pela Bloomberg mostra que os trabalhadores da Blizzard começaram uma planilha pública para comparar salários e comprovaram o que muita gente desconfiava: o pessoal não é muito bem pago em alguns níveis.

Essa ação não surge isolada. Incomodados com essas questões, os funcionários da companhia cobraram da liderança pagamentos mais consistentes com o custo de vida de Irvine, cidade onde a sede da Blizzard se localiza. Depois de promessas que isso iria acontecer, o resultado posto em ação foi considerado insuficiente — e muita gente não recebeu compensação adicional alguma.

Pelos relatos publicados em redes sociais, a “lógica” de quem comanda a Blizzard é simples: não precisamos pagar bem, porque há uma fila de gente querendo entrar na empresa pronta para substituir qualquer pessoa. Se você já trabalhou alguma vez em uma indústria criativa, sabe que, além de comum, esse tipo de postura contribui para afastar pessoas talentosas e com níveis de experiência que contribuem para a criação de bons produtos.

Bob Kotick

Obviamente, essa situação só afetava quem era visto como “peão descartável”. No mesmo tempo, o CEO Bob Kotick aumentava seus pagamentos e bônus — algumas vezes logo após uma demissão em massa —, a ponto de gerar questionamentos em alguns acionistas sobre a intensidade das recompensas obtidas por ele.

Não à toa, muitas pessoas que fazem parte da desenvolvedora sentem que ela está “sangrando talentos” para outras empresas como a Riot Games — que também já foi denunciada por sua própria dose de problemas de assédio. A empresa por trás dos populares League of Legends e Valorant atualmente oferece o equivalente ao dobro do salário para os mesmos cargos quando comparada à Blizzard. Se ganhar mais nem sempre é sinônimo de produzir coisas melhores, basta ver a recepção aos produtos das duas companhias nos últimos anos para ver quem parece estar num caminho mais certo.

Por que isso deveria importar para você?

Se os casos exemplificados até agora não foram ilustrativos o suficiente do porquê devemos nos importar com a maneira como jogos são feitos, vou ser mais direto. Pessoas mal tratadas, recebendo salários que não são suficientes para pagar o aluguel (como acontece com algumas pessoas na Blizzard) ou que se sentem desconfortáveis ao entrar no ambiente de trabalho não produzem os melhores resultados possíveis.

Indústrias criativas como a dos games são especialistas em romantizar situações horríveis e botar a culpa nas pessoas que passaram por elas. Ao só focarmos nos resultados que isso traz, colaboramos para isso: quanta gente você já não viu com a lógica “ah, mas se era tão ruim, por que não saiu?” quando surge um relato do tipo? E quanta gente parece não se importar, contanto que “o jogo seja divertido”, e não consegue fazer a relação entre uma coisa e a outra quando isso não acontece?

Yves Guillemot

Se o game que você esperava não era bom e você descobriu que a empresa que trabalhou nele era um caos, essas coisas estão diretamente relacionadas. Ao “olhar para outro lado” e só dar importância para a “parte divertida da indústria”, só vamos permitir que essas histórias se repitam. E vai acontecer outro Warcraft: 3 Reforged e outro Anthem enquanto pessoas sofrem e decidem que, pensando bem, não é uma boa ficar na indústria de games.

Não é suficiente pensar que “está tudo bem porque a Ubisoft demitiu os executivos acusados” e que nossa tarefa acaba por aqui. Como apreciadores de games, temos que ser mais ativos e frequentes em nossas cobranças e romantizar menos a ação de trabalhar com isso — não é normal que seja “um sofrimento trabalhar com a Naughty Dog porque eles produzem arte”. Arte pode sair do sofrimento, mas o sofrimento não é um pré-requisito para isso. E, sim, você pode apreciar uma “obra de arte” ao mesmo tempo em que condena as condições nas quais ela foi criada.

Isso tudo é real porque o “sofrimento” pode dar certo durante um tempo — como deu para a BioWare —, mas inevitavelmente ele faz as coisas descaminharem. Não dá para esperar que alguém seja eternamente resiliente: uma hora as pessoas talentosas que trabalharam no game que você curtiu vão procurar outras oportunidades ou vão sair da indústria. Depois de algum tempo, não há paixão que sustente ser alvo de abusos ou de salários injustos (ou, na maioria dos casos, passar pela combinação desses dois fatores).

Far Cry 3

Não é divertido (nem muito menos fácil) acompanhar os bastidores tão de perto, mas não dá para ignorar o que vem acontecendo porque “não é divertido”. Você pode não gostar de saber como a salsicha é feita e fingir que não viu os detalhes nojentos que surgiram na internet, mas não se espante se o prato que chega à sua mesa um dia chegar podre porque a fábrica que o produzia se tornou um ambiente horrível.

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Comentários

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Breath of the Wild carater família?

wishlistei

Você sabe me falar se compensa eu comprar esse ou posso jogar o original também, eu tenho o original mas não. Joguei nenhum você pode me ajudar nessa Dúvida de 259 reais kkkk

Incluindo a fonte de meu comentário.: http://www.vgchartz.com/gamedb/games.php?name=just+dance+2018&keyword=&console=&region=All&developer=&publisher=&goty_year=&genre=&boxart=Both&banner=Both&ownership=Both&results=50&order=Sales&showtotalsales=0&showtotalsales=1&showpublisher=0&showpublisher=1&showvgchartzscore=0&showvgchartzscore=1&shownasales=0&showdeveloper=0&showcriticscore=0&showcriticscore=1&showpalsales=0&showreleasedate=0&showreleasedate=1&showuserscore=0&showuserscore=1&showjapansales=0&showlastupdate=0&showlastupdate=1&showothersales=0

O que mais impressiona é que a versão mais vendida deste jogo foi a do Nintendo Switch, seguida da fucking versão de Wii! TEM GENTE COMPRANDO JUSTA DANCE PRA WII EM 218! E vendeu bem mais que no One... Dificilmente um JD 2019 vai ficar de fora do velho de guerra da Nintendo!

<3

Este jogo é fantástico! Muito bom evoluir todos os personagens. Os personagens da 2ª geração ficam ainda mais fortes. Celice, filho de Sigurd, torna-se quase um Deus, o deixei com 80 de HP, o máximo, como outros status que ficaram no seu máximo, mais os itens: Silver Sword, Silver Blade, Power Ring, Speed Ring, Defence Ring, deixando o Celice muito forte e resistente.

Só aproveitando o hype ( e o ódio ) das pessoas online: é voltado para crianças. Você, adulto, pode brincar e curtir, mas é voltado para crianças. Com 7, 8 anos você AMARIA jogar nisso, então não seja chato e curta essa ideia sensacional que a Big N teve

Me senti assim quanto aos ports de games de Wii U para o Switch. https://www.youtube.com/watch?v=E3sG7pfvgJU

THE WORLD ENDS WITH YOU HYPE

Obrigado! Sobre suas dúvidas: 1) Eu não consegui confirmação concreta de quem é o CEO atual da Game Freak. O pouco que descobri apontava para o Satoshi, mas é possível que ele já tenha saído sim. 2) O texto foi escrito em dezembro, antes do anúncio de Bayonetta 3. Como a ideia é lançar um listão assim a cada seis meses, acho que não vale o trabalho ficar atualizando a cada anúncio. Mas se houver demanda, posso fazer.

Belo compendium dos estúdios da Nintendo e afiliados! Só tenho duas dúvidas: 1- O Satoshi ainda é CEO da Game Freak? Pensei que ele já tinha se afastado. 2- A Platinum não está fazendo Bayonetta 3 agora?

Que bacana, o jogo parece bem legal. Só não compro porque larguei rápido o último jogo do tipo que peguei (Animal Crossing: New Leaf)

O Zelda mais zeldoso de todos

Esse é jogo é O Zelda?

Valeu :)

Realmente é algo incrível, parece até informação secreta kkkkkkk, ótimo post.

Analise justíssima, parabéns Renan! Na minha opinião, por mais que Pocket Camp seja inegávelmente a experiência mobile da Nintendo mais próxima que tivemos da “versão console”, é desnecessariamente repetitivo, incompleto e enjoativo. Além do gameplay lento (como citado na análise), não existem grandes recompensas pela progressão no jogo além de novos personagens e móveis pra construir. No fim, Pocket Camp é apenas (o pior de) New Leaf adaptado para smartphones, com 10% das funcionalidades e mecânicas free-to-play. Talvez uma atualização dê alguma tapeada na repetitividade excessiva, mas teriam que mudar tanto o jogo que nem sei se vale a pena.

Não joguei esse Zelda ainda, por isso não posso fazer comentários sobre o jogo mas sei que a Nintendo sempre capricha nos seus jogos e usa artificios muito elaborados até para as coisas mais simples, certa vez na internet achei um vídeo relacionando o construtivismo de Vygotsky com o jogo super Mario...por fim estou gostando dessa abordagem mais técnica dos jogos, sai um pouco do padrão da internet

É um openworld, no dois vc começa adolescente e vai envelhecendo, as cicatrizes permanecem, vc pode comprar casa e casar nas diferentes cidades... no terceiro muda mas as decisões são fodas, por exemplo vc procura apoio da população de uma vila pra dar o golpe no seu irmão, então vc promete uma ponte pra cidade, depois do golpe vc tem escolher entre construir a ponte e aumentar o exército da sua nação contra o inimigo do jogo ..daí sua escolha muda tudo

Eu ouvi muito de Fable na época pré-lançamento dele, mas não cheguei a jogar. Tinham muitas promessas nesse sentido mesmo, que você ia passar anos na pele do mesmo aventureiro. Ele chega a ser um openworld? E as escolhas geravam caminhos e quests diferentes?

Um jogo bem interessante mas que muita gente não gosta é Fable, vc ter uma vida, fazer escolhas que vão afetar a história é bem interessante, seria bem legal se em Zelda você pudesse desenvolver uma cidade e se tornar herói/prefeito

Rapaz, que texto. A crítica que você fez à premiação do Uncharted bate no ponto certo. As narrativas mais envolventes do universo dos games, pra mim, foram aquelas que exploraram todo o potencial de interatividade que a mídia propõe. Nada contra Uncharted e eu acho que o jogo é brilhante em vários outros aspectos, mas os exemplos citados no texto falam por si só. Enfim, gostei muito. E o site tá lindo, isso aqui é qualidade pura.

Excelente lista! O Switch é uma awesome little indie machine :)

Cuphead leva quase todos (a meu ver, claro) Mas a Nintendo tá massacrando esse ano

Faltam 2 horas e estou que nem criança imaginando minha reação se eu ganhar.

Olha... excelente texto. Esse é um problema que eu já vinha discutindo em meus círculos de amizade ha um bom tempo. Isso fica ainda mais evidente quando percebe-se a necessidade das grandes publishers de seguirem tendencias mais lucrativas não afetam apenas o game design em si, mas também as temáticas, narrativas, e até mesmo a direção de arte dos games. Vide a enxurrada de jogos de zumbis que tivemos na geração passada... Por falar em indies, eu vejo muito potencial para que os próximos AAA inovadores saiam deles. O orçamento ainda é um problema, mas financiamento coletivo já é uma realidade. Acredito que equipes extremamente competentes e comprometidas consigam levantar fundos para levar adiante o desenvolvimento de jogos desse nível.

O sorteio vai ser ao vivo via live???

Obrigado Igor! Seja bem-vindo ao Nintendo Fusion :)

Rapaz, que texto foda! Parabéns Renan! Fico cada mais feliz em ser Nintendista em tempos como esse (apesar de ainda não ter um Switch), saber que a Nintendo rema pesado contra essa maré cheia de lixo. Recentemente o designer da BioWare, Manveer Heir (Mass Effect) compartilhou que a EA só tem foco mesmo nas microtransações, que ainda viu gente gastando 15 mil dolares com cards de multiplayer do Mass Effect 3. Pra piorar agora tem o sistema de Loot Box, que está na moda, e a Warner empolgou com o Shadow of Mordor. Loot Box pra fechar campanha ou pra tentar competir online nos jogos, pra mim isso é praticamente o fim. A única esperança que tenho nessa industria que amo tanto são mesmo nos indies, Nintendo e algumas empresas. Espero que a Activision não estrague a Blizzard, pq apesar de Overwatch ter Loot Box, são completamente cosméticos, e eu acho isso bom até, pq jogar pra desbloquear coisas visuais é muito mais interessante e prazeroso que jogar pra tentar a sorte com um item específico pra ser mais competitivo com upgrades no status do personagem.

Não aparece para você no começo do texto? https://uploads.disquscdn.com/images/b809b035a7e4e21875dfe6af44cc2d10dccbe7c3eea556e1be57fe8018d72a32.png

cadê o tal formulário do Gleam? não vi link nenhum no texto... tá mal explicado isso...

Das publicadoras de games, a EA é sem duvidas a pior. Não foi atoa que foi escolhida como a pior empresa americana por dois anos consecutivos. Não quero parecer um hater, mas é essa filosofia de shooters multimilionários, com gráficos de ponta e extorquimento de dinheiro dos consumidores é que vai fazê-los fechar as portas. Isso fica evidente com o “apoio” da empresa ao Switch, não souberam mais uma vez ler o sucesso do console, e repetem os mesmos erros de uma década: investir pesado em gêneros supersaturados. E é interessante notar como o Iwata foi capaz de enxergar uma realidade mais de uma década á sua frente, e feliz que cada vez mais empresas adotam essa estratégia: jogos de menor orçamento e maior foco no público

Agora sim vou ter meu switch o/

Sim!

Qual é a exceção "imperdoável"? Chrono Trigger?

Reativei minha conta só pra promoção kkkk

Cara, não uso Twitter. Até tenho, mas nem lembro senha nem nada. Vamos ver se tenho sorte

Parabéns à todos nessa nova empreitada, o site é promissor!

Acho que o único defeito desse game foi ter requentado muitas fases, poderia ter sido apenas a GHZ, por exemplo. Mas fora isso é impecável.

sera que agora ganho o

Precisa compartilhar no Facebook. Nos outros lugares é opcional.

Eu preciso compartilhar o sorteio pelo facebook? Ou é preciso compartilhar em outro lugar?

Felipe Sagrado escreva-se em tudo para aumenta a change brother!!!!

Você pode participar sim, só não vai poder obter os dois cupons relacionados ao Twitter. :)

Boa tarde. Eu não uso o Twitter, então gostaria de saber se isso impede minha participação ou só diminui minhas chances?

Treta foi massa demais

? vou seguir o Renan aqui tbm

oi

oi

oi?