Prévia: Halo Infinite - Neo Fusion
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Halo Infinite
3 de dezembro de 2021

Joguei o primeiro beta de Halo Infinite há algumas semanas, acompanhado de um amigo pela internet. Naquela situação, não curti muito a experiência. Talvez seja por falta de familiaridade com as mecânicas, ou pela escolha de mapas, ou pelo modo de capturar a bandeira, mas, ao fim do período de teste, imaginei que eu não retornaria ao multiplayer do jogo. Eu nunca gostei muito de FPSs multiplayer de qualquer forma, então não faria falta.

O beta aberto de Infinite lançou no dia 15 de novembro, no 20º aniversário do Xbox e da série Halo. Sem muita empolgação, coloquei o jogo para baixar, incerto se eu acabaria jogando ou não. Uns dias depois, outro amigo me veio visitar e ligamos o Xbox para ver o que podíamos jogar juntos. Lembrei que split screen sempre foi um aspecto importante em Halo, então fiquei curioso para ver se, em Infinite, é possível jogarmos juntos, online, no mesmo console.

Split screen é uma funcionalidade presente em quase toda a série Halo.

Dividir a tela com os amigos é uma funcionalidade que praticamente caiu em desuso nas últimas gerações de videogames. Um fato curioso, considerando que os consoles agora têm muito mais poder de processamento e as TVs são enormes — certamente funcionaria melhor do que quando eu e meu primo jogávamos Star Wars: Battlefront II em seu PS2 com uma TV de 14 polegadas. E o último Halo da série principal, Halo 5, foi o primeiro jogo da série a abdicar da funcionalidade. Portanto, minha surpresa não foi pequena quando descobri que sim, Halo Infinite permite sessões cooperativas misturando multiplayer offline e online. E isso foi o fator catalisador para eu dar uma nova chance ao jogo.

Após uma partida entre só nós dois para praticarmos os controles e algumas mecânicas básicas do jogo, decidimos entrar em uma partida real. No momento, estava acontecendo um evento online com um modo chamado “Fiesta”, durante o qual recebemos um conjunto aleatório de armas e equipamentos cada vez que morremos. Acontece que este modo foi perfeito para me acostumar ao jogo. Há uma variedade surpreendentemente grande de armas, e muitas delas fogem das convenções. Há as típicas armas humanas, as já conhecidas armas dos Covenant e também um novo conjunto de armas dos Banished.

Também foi importante o fato de estar conectado com um amigo no momento. Em partidas 4v4, ter metade do time presente e comunicável facilita a movimentação e estratégia pelo mapa. E claro que é sempre divertido poder gritar “atrás de você!” quando um inimigo está presente ou trabalhar juntos para defender um ao outro.

Meu amigo foi embora, mas minha vontade de jogar Halo Infinite não foi. Já o avisei que o jogo está disponível de forma free-to-play e que podemos jogar entre meu Xbox e seu PC, então provavelmente jogaremos outras sessões juntos em breve. Nesse meio tempo, joguei mais algumas partidas sozinho simplesmente porque achei o jogo muito divertido. Bastam alguns minutos de tempo livre para poder encaixar uma partida. Até mesmo para evitar me desgastar com o jogo, tenho jogado poucas partidas por dia. Às vezes só uma, outras vezes três ou quatro, mas é suficiente para me satisfazer.

Alguns dias atrás, o evento do modo Fiesta acabou e de novo pensei que esse seria o fim do meu tempo com Halo Infinite. Mas dei uma chance aos modos regulares através do quickplay e percebi que não, eu ainda não havia enjoado das partidas. Ter jogado Fiesta ajuda bastante, pois agora tenho familiaridade com os mapas e armas do jogo, podendo me concentrar em outros aspectos. Achei modos como oddball e one-flag CTF muito divertidos pois concentram a ação de todos os jogadores a pontos específicos do mapa. Em contra partida, o modo capture-a-bandeira tradicional é chato sem ter comunicação e estratégias em time, pois nenhum time faz pontos e as partidas quase sempre acabam em empate — por enquanto foi minha única experiência negativa com o jogo.

Também achei o jogo surpreendentemente amigável para iniciantes. O sistema de matchmaking parece fazer um bom trabalho em montar os times de forma equilibrada e o sistema de escudo regenerativo de Halo torna os confrontos com inimigos um pouco mais longos e estratégicos. Nunca gostei de Call of Duty ou Battlefield porque eu sempre morria rápido demais neles, mas em Halo muitas vezes há tempo de desviar, regenerar e buscar caminhos alternativos no meio do combate.

Eu sinceramente não esperava que Halo Infinite seria um jogo importante para meu final de ano, mas está sendo. Aguardo com bastante curiosidade pela campanha — que talvez eu espere pra jogar cooperativamente com um amigo —, mas por enquanto sigo incrivelmente impressionado com o multiplayer, que já se tornou parte da minha rotina de descontração.

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Comentários

[…] (Texto publicado no Neo Fusion, em 18/02/2021, disponível no link: http://54.237.89.239/materia/previa/valheim/) […]

[…] (Texto publicado no Neo Fusion, em 14/01/2021, disponível no link: http://54.237.89.239/materia/analise/tell-me-why/) […]

[…] a alternativa não é descartada. Até mesmo tivemos uma história inédita do marsupial em Crash Bandicoot 4: It’s About Time. Poderíamos ter uma nova versão futuramente de Crash Bash – o party game da franquia […]

[…] mas também foi possível prestigiar títulos à parte dos cartunescos, como, por exemplo, o novo Tony Hawk’s Pro Skater 1+2, que resgatou a alma de um dos jogos de esporte mais icônicos de sua geração. Embora a origem […]

[…] não sendo tão inovador e debatível quanto Her Story, o título certamente conquista um espaço importante no (já não tão popular) gênero dos […]

Breath of the Wild carater família?

wishlistei

Você sabe me falar se compensa eu comprar esse ou posso jogar o original também, eu tenho o original mas não. Joguei nenhum você pode me ajudar nessa Dúvida de 259 reais kkkk

Incluindo a fonte de meu comentário.: http://www.vgchartz.com/gamedb/games.php?name=just+dance+2018&keyword=&console=&region=All&developer=&publisher=&goty_year=&genre=&boxart=Both&banner=Both&ownership=Both&results=50&order=Sales&showtotalsales=0&showtotalsales=1&showpublisher=0&showpublisher=1&showvgchartzscore=0&showvgchartzscore=1&shownasales=0&showdeveloper=0&showcriticscore=0&showcriticscore=1&showpalsales=0&showreleasedate=0&showreleasedate=1&showuserscore=0&showuserscore=1&showjapansales=0&showlastupdate=0&showlastupdate=1&showothersales=0

O que mais impressiona é que a versão mais vendida deste jogo foi a do Nintendo Switch, seguida da fucking versão de Wii! TEM GENTE COMPRANDO JUSTA DANCE PRA WII EM 218! E vendeu bem mais que no One... Dificilmente um JD 2019 vai ficar de fora do velho de guerra da Nintendo!

<3

Este jogo é fantástico! Muito bom evoluir todos os personagens. Os personagens da 2ª geração ficam ainda mais fortes. Celice, filho de Sigurd, torna-se quase um Deus, o deixei com 80 de HP, o máximo, como outros status que ficaram no seu máximo, mais os itens: Silver Sword, Silver Blade, Power Ring, Speed Ring, Defence Ring, deixando o Celice muito forte e resistente.

Obrigado! Sobre suas dúvidas: 1) Eu não consegui confirmação concreta de quem é o CEO atual da Game Freak. O pouco que descobri apontava para o Satoshi, mas é possível que ele já tenha saído sim. 2) O texto foi escrito em dezembro, antes do anúncio de Bayonetta 3. Como a ideia é lançar um listão assim a cada seis meses, acho que não vale o trabalho ficar atualizando a cada anúncio. Mas se houver demanda, posso fazer.

Belo compendium dos estúdios da Nintendo e afiliados! Só tenho duas dúvidas: 1- O Satoshi ainda é CEO da Game Freak? Pensei que ele já tinha se afastado. 2- A Platinum não está fazendo Bayonetta 3 agora?

Que bacana, o jogo parece bem legal. Só não compro porque larguei rápido o último jogo do tipo que peguei (Animal Crossing: New Leaf)

O Zelda mais zeldoso de todos

Esse é jogo é O Zelda?

Valeu :)

Realmente é algo incrível, parece até informação secreta kkkkkkk, ótimo post.

Analise justíssima, parabéns Renan! Na minha opinião, por mais que Pocket Camp seja inegávelmente a experiência mobile da Nintendo mais próxima que tivemos da “versão console”, é desnecessariamente repetitivo, incompleto e enjoativo. Além do gameplay lento (como citado na análise), não existem grandes recompensas pela progressão no jogo além de novos personagens e móveis pra construir. No fim, Pocket Camp é apenas (o pior de) New Leaf adaptado para smartphones, com 10% das funcionalidades e mecânicas free-to-play. Talvez uma atualização dê alguma tapeada na repetitividade excessiva, mas teriam que mudar tanto o jogo que nem sei se vale a pena.

Não joguei esse Zelda ainda, por isso não posso fazer comentários sobre o jogo mas sei que a Nintendo sempre capricha nos seus jogos e usa artificios muito elaborados até para as coisas mais simples, certa vez na internet achei um vídeo relacionando o construtivismo de Vygotsky com o jogo super Mario...por fim estou gostando dessa abordagem mais técnica dos jogos, sai um pouco do padrão da internet

É um openworld, no dois vc começa adolescente e vai envelhecendo, as cicatrizes permanecem, vc pode comprar casa e casar nas diferentes cidades... no terceiro muda mas as decisões são fodas, por exemplo vc procura apoio da população de uma vila pra dar o golpe no seu irmão, então vc promete uma ponte pra cidade, depois do golpe vc tem escolher entre construir a ponte e aumentar o exército da sua nação contra o inimigo do jogo ..daí sua escolha muda tudo

Eu ouvi muito de Fable na época pré-lançamento dele, mas não cheguei a jogar. Tinham muitas promessas nesse sentido mesmo, que você ia passar anos na pele do mesmo aventureiro. Ele chega a ser um openworld? E as escolhas geravam caminhos e quests diferentes?

Um jogo bem interessante mas que muita gente não gosta é Fable, vc ter uma vida, fazer escolhas que vão afetar a história é bem interessante, seria bem legal se em Zelda você pudesse desenvolver uma cidade e se tornar herói/prefeito

Rapaz, que texto. A crítica que você fez à premiação do Uncharted bate no ponto certo. As narrativas mais envolventes do universo dos games, pra mim, foram aquelas que exploraram todo o potencial de interatividade que a mídia propõe. Nada contra Uncharted e eu acho que o jogo é brilhante em vários outros aspectos, mas os exemplos citados no texto falam por si só. Enfim, gostei muito. E o site tá lindo, isso aqui é qualidade pura.

Excelente lista! O Switch é uma awesome little indie machine :)

Faltam 2 horas e estou que nem criança imaginando minha reação se eu ganhar.

Olha... excelente texto. Esse é um problema que eu já vinha discutindo em meus círculos de amizade ha um bom tempo. Isso fica ainda mais evidente quando percebe-se a necessidade das grandes publishers de seguirem tendencias mais lucrativas não afetam apenas o game design em si, mas também as temáticas, narrativas, e até mesmo a direção de arte dos games. Vide a enxurrada de jogos de zumbis que tivemos na geração passada... Por falar em indies, eu vejo muito potencial para que os próximos AAA inovadores saiam deles. O orçamento ainda é um problema, mas financiamento coletivo já é uma realidade. Acredito que equipes extremamente competentes e comprometidas consigam levantar fundos para levar adiante o desenvolvimento de jogos desse nível.

O sorteio vai ser ao vivo via live???

Obrigado Igor! Seja bem-vindo ao Nintendo Fusion :)

Rapaz, que texto foda! Parabéns Renan! Fico cada mais feliz em ser Nintendista em tempos como esse (apesar de ainda não ter um Switch), saber que a Nintendo rema pesado contra essa maré cheia de lixo. Recentemente o designer da BioWare, Manveer Heir (Mass Effect) compartilhou que a EA só tem foco mesmo nas microtransações, que ainda viu gente gastando 15 mil dolares com cards de multiplayer do Mass Effect 3. Pra piorar agora tem o sistema de Loot Box, que está na moda, e a Warner empolgou com o Shadow of Mordor. Loot Box pra fechar campanha ou pra tentar competir online nos jogos, pra mim isso é praticamente o fim. A única esperança que tenho nessa industria que amo tanto são mesmo nos indies, Nintendo e algumas empresas. Espero que a Activision não estrague a Blizzard, pq apesar de Overwatch ter Loot Box, são completamente cosméticos, e eu acho isso bom até, pq jogar pra desbloquear coisas visuais é muito mais interessante e prazeroso que jogar pra tentar a sorte com um item específico pra ser mais competitivo com upgrades no status do personagem.

Não aparece para você no começo do texto? https://uploads.disquscdn.com/images/b809b035a7e4e21875dfe6af44cc2d10dccbe7c3eea556e1be57fe8018d72a32.png

cadê o tal formulário do Gleam? não vi link nenhum no texto... tá mal explicado isso...

Das publicadoras de games, a EA é sem duvidas a pior. Não foi atoa que foi escolhida como a pior empresa americana por dois anos consecutivos. Não quero parecer um hater, mas é essa filosofia de shooters multimilionários, com gráficos de ponta e extorquimento de dinheiro dos consumidores é que vai fazê-los fechar as portas. Isso fica evidente com o “apoio” da empresa ao Switch, não souberam mais uma vez ler o sucesso do console, e repetem os mesmos erros de uma década: investir pesado em gêneros supersaturados. E é interessante notar como o Iwata foi capaz de enxergar uma realidade mais de uma década á sua frente, e feliz que cada vez mais empresas adotam essa estratégia: jogos de menor orçamento e maior foco no público

Agora sim vou ter meu switch o/

Sim!

Qual é a exceção "imperdoável"? Chrono Trigger?

Reativei minha conta só pra promoção kkkk

Cara, não uso Twitter. Até tenho, mas nem lembro senha nem nada. Vamos ver se tenho sorte

Parabéns à todos nessa nova empreitada, o site é promissor!

Acho que o único defeito desse game foi ter requentado muitas fases, poderia ter sido apenas a GHZ, por exemplo. Mas fora isso é impecável.

sera que agora ganho o

Precisa compartilhar no Facebook. Nos outros lugares é opcional.

Eu preciso compartilhar o sorteio pelo facebook? Ou é preciso compartilhar em outro lugar?

Felipe Sagrado escreva-se em tudo para aumenta a change brother!!!!

Você pode participar sim, só não vai poder obter os dois cupons relacionados ao Twitter. :)

Boa tarde. Eu não uso o Twitter, então gostaria de saber se isso impede minha participação ou só diminui minhas chances?

? vou seguir o Renan aqui tbm