Análise: The Elder Scrolls V: Skyrim - Neo Fusion
Análise
The Elder Scrolls V: Skyrim
1 de dezembro de 2017

É um tanto poético que um jogo sobre vozes e gritos ecoe até hoje no mundo dos videogames. Também é curioso que outros tantos ecos venham do mesmo ano, já que 2011 viu o lançamento de jogos bastante influentes, no sentido de que suas vozes moldam a mídia até hoje e geram debates sobre seu legado. Minecraft, Batman: Arkham Asylum, Dark Souls e, claro, The Elder Scrolls V: Skyrim, são títulos que compõem boa parte das tendencias do que vemos na indústria hoje.

Além da influência enquanto jogo, Skyrim também se firmou dentro do imaginário de uma cultura geral dos jogadores, com memes que vão do grito base da língua dos dragões (Fus Ro Da), até a história da flecha no joelho. Esse sucesso comercial e cultural está ancorado em um momento bastante específico da indústria e da história da franquia, o que traz uma série de pontas soltas sobre o que é TES V: Skyrim.

Mas antes de adentrar na crítica propriamente dita da obra (e tentar responder através da(s) minha(s) experiências o que é Skyrim), cabe olhar de forma mais direta para esse importante port que chega ao Nintendo Switch, e quais suas particularidades.

Um pouco sobre o port

Assim como Doom, e L.A Noire, a versão de Switch de Skyrim não consegue bater de frente com a de outros consoles do ponto de vista da performance. Isso não quer dizer, entretanto, que no caso de TES V a experiência tenha sido muito prejudicada, ainda que existam alguns problemas decorrentes da necessidade de se comprometer coisas para portar um jogo desse para o Switch.

A versão do híbrido não é a base de 2011, mas sim a Enhanced que foi publicada em 2016, com uma resolução menor (ou bem menor a depender de com que sistema estamos comparando) e uma taxa de quadros que orbita em torno dos 30 fps. A taxa de quadros se mantém na maior parte do tempo, sendo quedas sentidas de forma mais contundente em grandes batalhas e em alguns confrontos com dragões. O lado chato disso é que justamente algumas das questlines mais interessantes são afetadas, como a da Guerra Civil, Danwguard e Dragonborn (as duas expansões).

Cabe ressaltar, novamente, que esses momentos são a exceção. Do ponto de vista de resolução, a situação pode ser um pouco pior, dependendo de que tipo de personagem você joga. No modo docked, não existem maiores comprometimentos, mas ao usar em modo portátil muita informação pode ser difícil de captar. Isso, ao lado do quanto o jogo pode ser escuro (mesmo aumentando a luminosidade da tela), acaba afetando quem joga de forma mais furtiva, ou mesmo atacando de longe (meu caso, já que minha personagem é uma arqueira furtiva).

O quadro se inverte quando pensamos nos controles de movimento: eles são bem mais interessantes para quem ataca de longe do que para o combate corpo a corpo. De qualquer forma, de um ponto de vista geral essa possibilidade serve mais como uma curiosidade para usar por um tempinho, já que é muito mais funcional jogar com um controle convencional.

Outro aspecto exclusivo da versão são os bonecos colecionáveis da Nintendo. Os amiibo da franquia Zelda geram baús e equipamentos específicos, enquanto todos os outros geram baús comuns. Por fim, cabe relembrar que essa é a versão completa de Skyrim (naturalmente sem acesso à todos os mods que vemos no PC), e isso é bem interessante por dar acesso a duas das melhores questlines do jogo.

Em termos gerais, TES V Skyrim para o Nintendo Switch é uma versão comprometida em performance, mas esse comprometimento não afeta substancialmente a experiência. São exceções algumas incursões e momentos nos quais a resolução e a luminosidade no modo portátil podem gerar um problema de entendimento do ambiente.

Um tanto sobre a obra

Talvez o ponto mais importante de TES V: Skyrim é a capacidade que ele tem de propor aventuras. O seu mundo vasto está ali para isso, assim como as diferentes facções e quests, bem como os diferentes tipos de personagem que podemos ser e o vasto rol de interações que podemos desenvolver no jogo. Muito no jogo grita que aqui há muito a se viver e se descobrir.

Isso é, em boa medida, verdade, e Skyrim está aí para propiciar muitos momentos a partir da interação do nosso personagem com esse mundo. Mas, mesmo com tudo que nos suga e faz continuar a próxima aventura ou finalizar uma determinada questline, sempre existiu algo que me incomodou em TES V. Em 2011 eu não tinha muitos elementos para refletir e analisar isso, e esse incômodo permaneceu como uma vaga memória sensorial. Jogar Skyrim novamente em 2017 foi essencial para eu entender melhor quais são meus problemas com o título, bem como para compreender o que ele faz bem.

O tamanho de seu mundo, por exemplo, é um dos fatores que assusta e maravilha os jogadores. E ele é lotado de locais; entre cidades, cavernas, masmorras e mais. Por um lado, a variedade serve para sempre ocupar o jogador, mas o tamanho do mundo e a quantidade de locais também acaba descambando muitas vezes para uma repetição grande de cenários, dentre os quais a maior parte não traz nada efetivamente empolgante. Claro que há aquela ideia de que dentre tantos lugares, apenas alguns vão realmente se destacar, mas eu me pergunto se não valeria a pena usar mais de espaços vazios no mapa, ou mesmo diminuí-lo, dando um caráter mais aventuresco à chegada nos locais de interesse (mais ou menos nos moldes de TES III: Morrowind).

É muito bacana quando vemos ao longe uma grande construção dos antigos habitantes da região, e aí tentamos encontrar o caminho para escalar (elas geralmente estão em montes e locais mais altos) para chegar nelas. Infelizmente, Skyrim acaba se valendo muito mais de Waypoints do que do que está efetivamente na tela, mesmo trazendo um mundo imponente.

As inúmeras dungeons do jogo são bastante repetitivas, e é difícil não sentir que estamos vivendo uma aventura estendida pela reiteração. O combate também envereda pelo campo da repetição, mas é muito mais remediado pelas habilidades que vamos conseguindo, pelos shouts e novas magias, sem falar nas transformações que podemos ter acesso (licantropia, vampirismo, etc.).

Nesse sentido, os shouts acabam sendo uma ótima pedida no gameplay, além de estarem absolutamente ancorados na narrativa que está sendo desenvolvida. Alguns deles são apenas reedições de magias de algum dos campos (conjuração, destruição, etc.), mas dentre eles existem aqueles realmente distintos e com utilidades variadas.

Assim, acaba sendo bem bacana a busca pelas antigas ruínas (com os muros que contém palavras), além de matar dragões para poder habilitar os gritos. Nesse sentido, TES V amarra muito bem o que está no centro de sua experiência do ponto de vista da exploração e do combate.

Particularmente, eu acho muito chato e repetitivo jogar a partir de combate corpo a corpo. Meu primeiro personagem foi um Nord que atacava de perto, meu segundo um High Elf voltado à magia e agora tenho essa Dark Elf furtiva e arqueira, e a experiência foi muito mais agradável com os dois últimos. O combate de Skyrim não é nenhuma primazia nem em termos de ação, nem em termos de RPG, mas pelo menos consegue contornar alguns problemas e propor coisas interessantes.

Falando em RPG, os termos do Role Play em TES V também são recheados de contradições. Temos uma vasta gama de facções, além de formas como podemos abordar algumas missões e, sobretudo, uma série de possibilidades mecânicas. Se você quer algo em uma loja você pode a) roubar sem ser visto, b) matar todo mundo dentro e pegar, c) comprar, e até mesmo d) colocar um balde na cabeça do atendente. Esse tipo de interação existe em uma série de momentos, e o mundo de Skyrim é sim um grande playground para testarmos nossas ideias e o que pode ser feito no jogo.

Entretanto, os diálogos, o desenvolvimento da trama e a resposta do mundo às suas ações são fatores que deixam tudo muito superficial. Parece que há esqueleto, mas não músculo na coisa. Tudo o que você faz acaba sendo muito mais relevante para você, de fora do jogo, do que para o contexto do mundo de Skyrim.

Pode ser uma impressão absolutamente minha, mas eu não gosto da vasta maioria dos personagens, diálogos e, para todos os efeitos, questlines de Skyrim. Acho tudo muito superficial, mesmo com todo um contexto profundo por debaixo desse mundo. Claro que não é fácil abordar esse tipo de coisa em um título que deixa você fazer quests na ordem que quiser (ou nem fazê-las), mas Skyrim sofre bastante nesse quesito se comparado com experiências anteriores e posteriores em RPGs.

A base contextual do mundo de The Elder Scrolls, no entanto, é bem interessante. Existe uma vasta história desse mundo, além da relação com divindades (os Divines), com os Daedra, Vampiros, Facções e, sobretudo, os Elder Scrolls. Tangenciar, e depois entrar em contato direto com, essa parte mais lendária do mundo é algo que sempre me empolga.

Nesse sentido, existem questlines bem interessantes em Skyrim, e a main não é uma delas, ainda que não seja um desastre. Cabe ressaltar, dado que está a versão completa, Dawnguard e Dragonborn, as duas expansões de TES V. Uma ou outra cidade, como Markarth por exemplo, também abriga cadeias de quests interessantes, mas sinto que isso é a exceção aqui. Algumas facções, como a Dark Brotherhood, também possuem missões que se desdobram de uma forma bem interessante.

O que me leva, invariavelmente, a outro pensamento poético: um jogo em que devemos sugar almas, parece não ter a sua. Skyrim é gigante, diverso, convidativo, flerta com diversos momentos empolgantes, mas parece faltar um coração por trás de tudo isso. Ele é imersivo do ponto de vista das tarefas, mas na maior parte do tempo ele é plano demais, o que acaba me colocando a impressão de que se trata muito mais de uma imersão por conteudismo do que a partir de uma experiência amarrada e cheia de lastros.

Mas ainda há, inegavelmente, muita coisa competente e fascinante. Podem existir os diversos problemas, mas é difícil largar Skyrim uma vez que você se propõe a adentrar nesse mundo. Estamos sempre esperando pelo próximo lugar diferente, por uma série de missões mais empolgante, por uma nova habilidade. Estamos sempre realizando algo e sentindo a necessidade de continuar ali. Skyrim. Skooma.

The Elder Scrolls V: Skyrim é um título instigante e imponente. A versão para Switch, ainda que aquém em performance e com alguns problemas que podem atrapalhar, não tem sua experiência comprometida e, naturalmente, leva o jogo para o ambiente portátil. Skyrim, enquanto obra, é difícil de largar. Seu mundo é convidativo, ainda que muitas vezes repetitivo e sem brilho. A maioria de suas missões também são sem graça, mas dentre tantas ainda existe um bom punhado que empolga e traz o melhor que o jogo pode oferecer. Entre tantas opções de interações e mecânicas, passear por esse mundo procurando uma nova aventura ou um local diferenciado continua sendo uma tarefa que seduz.

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Comentários

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Breath of the Wild carater família?

wishlistei

Você sabe me falar se compensa eu comprar esse ou posso jogar o original também, eu tenho o original mas não. Joguei nenhum você pode me ajudar nessa Dúvida de 259 reais kkkk

Incluindo a fonte de meu comentário.: http://www.vgchartz.com/gamedb/games.php?name=just+dance+2018&keyword=&console=&region=All&developer=&publisher=&goty_year=&genre=&boxart=Both&banner=Both&ownership=Both&results=50&order=Sales&showtotalsales=0&showtotalsales=1&showpublisher=0&showpublisher=1&showvgchartzscore=0&showvgchartzscore=1&shownasales=0&showdeveloper=0&showcriticscore=0&showcriticscore=1&showpalsales=0&showreleasedate=0&showreleasedate=1&showuserscore=0&showuserscore=1&showjapansales=0&showlastupdate=0&showlastupdate=1&showothersales=0

O que mais impressiona é que a versão mais vendida deste jogo foi a do Nintendo Switch, seguida da fucking versão de Wii! TEM GENTE COMPRANDO JUSTA DANCE PRA WII EM 218! E vendeu bem mais que no One... Dificilmente um JD 2019 vai ficar de fora do velho de guerra da Nintendo!

<3

Este jogo é fantástico! Muito bom evoluir todos os personagens. Os personagens da 2ª geração ficam ainda mais fortes. Celice, filho de Sigurd, torna-se quase um Deus, o deixei com 80 de HP, o máximo, como outros status que ficaram no seu máximo, mais os itens: Silver Sword, Silver Blade, Power Ring, Speed Ring, Defence Ring, deixando o Celice muito forte e resistente.

Obrigado! Sobre suas dúvidas: 1) Eu não consegui confirmação concreta de quem é o CEO atual da Game Freak. O pouco que descobri apontava para o Satoshi, mas é possível que ele já tenha saído sim. 2) O texto foi escrito em dezembro, antes do anúncio de Bayonetta 3. Como a ideia é lançar um listão assim a cada seis meses, acho que não vale o trabalho ficar atualizando a cada anúncio. Mas se houver demanda, posso fazer.

Belo compendium dos estúdios da Nintendo e afiliados! Só tenho duas dúvidas: 1- O Satoshi ainda é CEO da Game Freak? Pensei que ele já tinha se afastado. 2- A Platinum não está fazendo Bayonetta 3 agora?

Que bacana, o jogo parece bem legal. Só não compro porque larguei rápido o último jogo do tipo que peguei (Animal Crossing: New Leaf)

O Zelda mais zeldoso de todos

Esse é jogo é O Zelda?

Valeu :)

Realmente é algo incrível, parece até informação secreta kkkkkkk, ótimo post.

Analise justíssima, parabéns Renan! Na minha opinião, por mais que Pocket Camp seja inegávelmente a experiência mobile da Nintendo mais próxima que tivemos da “versão console”, é desnecessariamente repetitivo, incompleto e enjoativo. Além do gameplay lento (como citado na análise), não existem grandes recompensas pela progressão no jogo além de novos personagens e móveis pra construir. No fim, Pocket Camp é apenas (o pior de) New Leaf adaptado para smartphones, com 10% das funcionalidades e mecânicas free-to-play. Talvez uma atualização dê alguma tapeada na repetitividade excessiva, mas teriam que mudar tanto o jogo que nem sei se vale a pena.

Não joguei esse Zelda ainda, por isso não posso fazer comentários sobre o jogo mas sei que a Nintendo sempre capricha nos seus jogos e usa artificios muito elaborados até para as coisas mais simples, certa vez na internet achei um vídeo relacionando o construtivismo de Vygotsky com o jogo super Mario...por fim estou gostando dessa abordagem mais técnica dos jogos, sai um pouco do padrão da internet

É um openworld, no dois vc começa adolescente e vai envelhecendo, as cicatrizes permanecem, vc pode comprar casa e casar nas diferentes cidades... no terceiro muda mas as decisões são fodas, por exemplo vc procura apoio da população de uma vila pra dar o golpe no seu irmão, então vc promete uma ponte pra cidade, depois do golpe vc tem escolher entre construir a ponte e aumentar o exército da sua nação contra o inimigo do jogo ..daí sua escolha muda tudo

Eu ouvi muito de Fable na época pré-lançamento dele, mas não cheguei a jogar. Tinham muitas promessas nesse sentido mesmo, que você ia passar anos na pele do mesmo aventureiro. Ele chega a ser um openworld? E as escolhas geravam caminhos e quests diferentes?

Um jogo bem interessante mas que muita gente não gosta é Fable, vc ter uma vida, fazer escolhas que vão afetar a história é bem interessante, seria bem legal se em Zelda você pudesse desenvolver uma cidade e se tornar herói/prefeito

Rapaz, que texto. A crítica que você fez à premiação do Uncharted bate no ponto certo. As narrativas mais envolventes do universo dos games, pra mim, foram aquelas que exploraram todo o potencial de interatividade que a mídia propõe. Nada contra Uncharted e eu acho que o jogo é brilhante em vários outros aspectos, mas os exemplos citados no texto falam por si só. Enfim, gostei muito. E o site tá lindo, isso aqui é qualidade pura.

Excelente lista! O Switch é uma awesome little indie machine :)

Faltam 2 horas e estou que nem criança imaginando minha reação se eu ganhar.

Olha... excelente texto. Esse é um problema que eu já vinha discutindo em meus círculos de amizade ha um bom tempo. Isso fica ainda mais evidente quando percebe-se a necessidade das grandes publishers de seguirem tendencias mais lucrativas não afetam apenas o game design em si, mas também as temáticas, narrativas, e até mesmo a direção de arte dos games. Vide a enxurrada de jogos de zumbis que tivemos na geração passada... Por falar em indies, eu vejo muito potencial para que os próximos AAA inovadores saiam deles. O orçamento ainda é um problema, mas financiamento coletivo já é uma realidade. Acredito que equipes extremamente competentes e comprometidas consigam levantar fundos para levar adiante o desenvolvimento de jogos desse nível.

O sorteio vai ser ao vivo via live???

Obrigado Igor! Seja bem-vindo ao Nintendo Fusion :)

Rapaz, que texto foda! Parabéns Renan! Fico cada mais feliz em ser Nintendista em tempos como esse (apesar de ainda não ter um Switch), saber que a Nintendo rema pesado contra essa maré cheia de lixo. Recentemente o designer da BioWare, Manveer Heir (Mass Effect) compartilhou que a EA só tem foco mesmo nas microtransações, que ainda viu gente gastando 15 mil dolares com cards de multiplayer do Mass Effect 3. Pra piorar agora tem o sistema de Loot Box, que está na moda, e a Warner empolgou com o Shadow of Mordor. Loot Box pra fechar campanha ou pra tentar competir online nos jogos, pra mim isso é praticamente o fim. A única esperança que tenho nessa industria que amo tanto são mesmo nos indies, Nintendo e algumas empresas. Espero que a Activision não estrague a Blizzard, pq apesar de Overwatch ter Loot Box, são completamente cosméticos, e eu acho isso bom até, pq jogar pra desbloquear coisas visuais é muito mais interessante e prazeroso que jogar pra tentar a sorte com um item específico pra ser mais competitivo com upgrades no status do personagem.

Não aparece para você no começo do texto? https://uploads.disquscdn.com/images/b809b035a7e4e21875dfe6af44cc2d10dccbe7c3eea556e1be57fe8018d72a32.png

cadê o tal formulário do Gleam? não vi link nenhum no texto... tá mal explicado isso...

Das publicadoras de games, a EA é sem duvidas a pior. Não foi atoa que foi escolhida como a pior empresa americana por dois anos consecutivos. Não quero parecer um hater, mas é essa filosofia de shooters multimilionários, com gráficos de ponta e extorquimento de dinheiro dos consumidores é que vai fazê-los fechar as portas. Isso fica evidente com o “apoio” da empresa ao Switch, não souberam mais uma vez ler o sucesso do console, e repetem os mesmos erros de uma década: investir pesado em gêneros supersaturados. E é interessante notar como o Iwata foi capaz de enxergar uma realidade mais de uma década á sua frente, e feliz que cada vez mais empresas adotam essa estratégia: jogos de menor orçamento e maior foco no público

Agora sim vou ter meu switch o/

Sim!

Qual é a exceção "imperdoável"? Chrono Trigger?

Reativei minha conta só pra promoção kkkk

Cara, não uso Twitter. Até tenho, mas nem lembro senha nem nada. Vamos ver se tenho sorte

Parabéns à todos nessa nova empreitada, o site é promissor!

Acho que o único defeito desse game foi ter requentado muitas fases, poderia ter sido apenas a GHZ, por exemplo. Mas fora isso é impecável.

sera que agora ganho o

Precisa compartilhar no Facebook. Nos outros lugares é opcional.

Eu preciso compartilhar o sorteio pelo facebook? Ou é preciso compartilhar em outro lugar?

Felipe Sagrado escreva-se em tudo para aumenta a change brother!!!!

Você pode participar sim, só não vai poder obter os dois cupons relacionados ao Twitter. :)

Boa tarde. Eu não uso o Twitter, então gostaria de saber se isso impede minha participação ou só diminui minhas chances?

? vou seguir o Renan aqui tbm