Lista: Os jogos do SNES Classic (Parte 2) - Neo Fusion
Lista
Os jogos do SNES Classic (Parte 2)
14 de outubro de 2017

Sem muitas surpresas, o Super NES Classic Edition chegou no dia 29 de setembro para vender praticamente todo seu estoque ao redor do mundo. Mesmo com algumas exceções sentidas (e uma “imperdoável”), a lista de jogos dessa Classic Edition é coisa fina, trazendo sim títulos essenciais e formando um bom panorama do que foi jogar no Super Nintendo.

Alguns dias atrás nós comentamos sobre os 10 primeiros jogos da lista, e hoje falaremos sobre os 10 restantes.

Kirby Super Star

 

Lançado em 1996, o que faz dele um dos títulos mais recentes da coleção, Kirby Super Star teve um desenvolvimento longo para os padrões da época: 3 anos. Masahiro Sakurai tinha alguns desafios para criar o Super Star. Miyamoto pediu para ele que houvesse multiplayer. O título também buscava uma jogabilidade mais próxima de jogos de luta, com inimigos que precisavam de múltiplos ataques para serem vencidos e com a mecânica de absorver diferentes tipos de ataque. Por fim, o título foi criado como um pacote de jogos, cada um com sua trama e particularidades.

Soma-se a tudo isso que no meio do processo de produção de Kirby Super Star a equipe conheceu Donkey Kong Country, querendo buscar o estilo visual daquele, hoje, clássico. Já Super Star tornou-se, também, um clássico. Considerado um dos jogos mais importantes da franquia, o título foi certamente inovador e cheio de boas ideias.

Final Fantasy VI (III)

A história já é conhecida, apenas o primeiro Final Fantasy e o Final Fantasy IV haviam sido lançados no ocidente, logo o sexto título da franquia passou muitos anos sendo chamado de FF III pelo nosso lado do globo. Como já faz um bom tempo que todos os títulos chegaram ao ocidente, essa grafia já não é mais utilizada nem pela Square-Enix e nem pela fanbase.

O título, lançado em 1994, é um petardo. Amplamente considerado um dos melhores, senão o melhor, jogo da franquia, Final Fantasy VI (ou III, caso queiram) é um título pensado para acomodar um vasto grupo de personagens controláveis. Em relação ao enredo, é através do ponto de vista de distintos personagens que vemos como o império afeta a vida das pessoas. Em termos de sistema de batalha, é com esses múltiplos guerreiros que temos acesso a diferentes habilidades. Além de tudo, são personagens e um mundo extremamente bem construídos, e Kefka continua sendo um dos mais celebrados vilões dos jogos.

Kirby’s Dream Course

Em 1995, Kirby protagonizou um jogo de golfe. Mas enquanto Mario e companhia manejavam os tacos em suas edições do esporte, Kirby foi a própria bola nesse simpático título para SNES. Dialogando mais diretamente com o mini-golfe (e por vezes até com pinball), Dream Course continua e fortalece a ideia da Nintendo em reimaginar modalidades esportivas de uma forma divertida e cheia de possibilidades.

Nesse caso, as possibilidades vem com a absorção que Kirby pode realizar, fazendo com que ao bater em determinados tipos de inimigos sua movimentação se alterasse. Também há uma ideia bem interessante aqui: é apenas ao deixar um único adversário restante que o buraco se revela, justamente no lugar em que este último estava. É uma forma bacana de dar agência ao jogador no planejamento de sua rota.

Star Fox

Em nossa reportagem sobre o desenvolvimento e o legado do, até então arquivado, Star Fox 2, comentamos sobre a importância do chip Super FX para o SNES. Star Fox foi o primeiro título a usar esse chip, criado especialmente para ele, ainda que não tenha sido o primeiro título em 3D da Nintendo. Lançado em 1993, sua proposta visual-dimensional reverberou por toda a Nintendo e seus parceiros, afetando, direta ou indiretamente, o desenvolvimento de alguns jogos que compõem o SNES Classic Edition.

Sua recepção foi extremamente positiva na ocasião de seu lançamento, e seu legado continuou a ser reafirmado em diversas ocasiões, já que comumente o título é lembrado em listas de 100 ou 200 melhores jogos de todos os tempos. Com um gameplay refinado e interessante para o console, e uma turma de personagens carismáticos, Star Fox é um dos mais importantes jogos do Super Nintendo.

Yoshi’s Island

Como é comum com jogos dessa lista, Yoshi’s Island também possui um dream team em sua produção. Após Yoshi ter sido introduzido em Super Mario World, ele ganhou o protagonismo nesse novo título, publicado em 1995. Mesmo com as limitações do SNES, a mudança da proposta visual é perceptível, e ao lado de uma trilha sonora também orientada para uma mudança de tom, Yoshi’s Island possui identidade própria, mesmo sendo uma “extensão” do que vimos em SMW.

Mesmo com o departamento de marketing da Nintendo pressionando por um visual como o de Donkey Kong Country, Miyamoto bancou a necessidade de seguir por essa veia artística. A recepção do título também foi bastante positiva, sendo hoje considerado um marco em termos de estética, mecânicas e level design. Com certeza um dos títulos mais gostosos de se jogar nessa coleção.

Super Mario RPG: Legend of the Seven Stars

Em uma parceria com a Squaresoft, mas ainda contando com membros do staff da Nintendo nos cargos de produção e direção, foi pensado e desenvolvido Super Mario RPG. A ideia era popularizar o gênero dos JRPGs no ocidente, já que ele era peça essencial do sucesso do Super Famicom no Japão. O título foi muito bem recebido, naturalmente, já que trata-se de uma peça essencial do gênero.

Seu ritmo de exploração é fluído, e suas mecânicas de batalha são agradáveis. Aqui, cabe prestar atenção no ritmo dos golpes para sempre conseguir um dano extra ao apertar o botão no momento certo. Isso é excelente para que o jogador não passe pelas batalhas sem prestar muita atenção. Ao lado disso, temos um reino do cogumelo reimaginado e montado a partir de uma nova perspectiva visual, e a introdução de interessantes personagens. Existem muitos viúvos e viúvas de Geno e Mallow, já que muitos anseiam por uma sequência propriamente dita.

Contra III: The Alien Wars

Com o grande sucesso de Cuphead, é interessante voltar no passado e ver alguns títulos que o influenciaram. A série Contra talvez seja o DNA mais óbvio. Lançado para diversos sistemas, Contra III chegou ao SNES em 1992. Refinando muito do que foi visto nos jogos anteriores, The Alien Wars ainda traz uma série de novas propostas, fazendo com que o título ainda figure entre as entradas mais importantes da série, senão a mais.

Para incrementar sua consagrada jogatina em cooperação, Contra III introduz dois estágios com visão de cima, alterando um pouco a forma como o(s) jogador(es) vai ter que se portar.

 Secret of Mana

Com o lançamento da Seiken Densetsu Collection para Switch e o remake previsto para 2018, Secret of Mana continua em alta. O título, lançado em 1992, é o segundo da série que rendeu pérolas como Seiken Densetsu 3 (SNES) e Legend of Mana (PS). Seu antecessor, de Game Boy, chegou ao ocidente com o nome de Final Fantasy Adventure. Secret of Mana é um JRPG com sistema de batalha orientado para a ação, posicionando os inimigos e obstáculos no próprio mapa.

Sua recepção foi extremamente positiva, e ao longo dos anos o título figurou em múltiplas listas de “melhore de SNES”, “melhores para Nintendo” e, claro, “melhores RPGs”.

Earthbound

Chamado de Mother 2 no oriente, Earthbound tornou-se, após recepção desinteressada e poucas vendas em 1995, um clássico cult da biblioteca da Nintendo. Sua influência tem sido bastante sentida a partir do ressurgimento da cena independente, com títulos como LISA (2014) e, principalmente, Undertale (2015). Earthbound brinca com os elementos clássicos dos RPGs, mas trazendo uma história “suburbana” que se encontra com tudo o desconhecido e o espetacular.

Muito mais por sua trama, personagens, referências e música, Earthbound foi se tornando ao longo dos anos essa peça essencial e reverenciada.

Super Ghouls’n Ghosts

Como muitos outros títulos de SNES, Super Ghouls’n Ghosts veio para popularizar mais uma franquia que já havia iniciado antes, no caso em 1985. Já este título para Super Nintendo é de 1991 e sempre é lembrado, ao lado de Battletoads, como um dos games super difíceis do início do ciclo dos consoles caseiros. Para além dessas etiquetas, Super Ghouls’n Ghosts coloca os jogadores na pele de Arthur, tendo que enfrentar estágios de plataforma lotados de inimigos, sempre flertando com a morte.

De seu início até Super Ghouls’n Ghosts, a série Ghosts and Goblins teve sua maior popularidade, e acabou morrendo (ou entrando em hiato, vai saber) no início dos anos 2010, com alguns lançamentos para dispositivos móveis. Sua influência, então, acaba sendo mais sentida no desenvolvimento de jogos independentes como Battle Princess Medelyn, Volgar (2013) e Shovel Knight (2014).

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Comentários

[…] (Texto publicado no Neo Fusion, em 18/02/2021, disponível no link: http://54.237.89.239/materia/previa/valheim/) […]

[…] (Texto publicado no Neo Fusion, em 14/01/2021, disponível no link: http://54.237.89.239/materia/analise/tell-me-why/) […]

[…] a alternativa não é descartada. Até mesmo tivemos uma história inédita do marsupial em Crash Bandicoot 4: It’s About Time. Poderíamos ter uma nova versão futuramente de Crash Bash – o party game da franquia […]

[…] mas também foi possível prestigiar títulos à parte dos cartunescos, como, por exemplo, o novo Tony Hawk’s Pro Skater 1+2, que resgatou a alma de um dos jogos de esporte mais icônicos de sua geração. Embora a origem […]

[…] não sendo tão inovador e debatível quanto Her Story, o título certamente conquista um espaço importante no (já não tão popular) gênero dos […]

Breath of the Wild carater família?

wishlistei

Você sabe me falar se compensa eu comprar esse ou posso jogar o original também, eu tenho o original mas não. Joguei nenhum você pode me ajudar nessa Dúvida de 259 reais kkkk

Incluindo a fonte de meu comentário.: http://www.vgchartz.com/gamedb/games.php?name=just+dance+2018&keyword=&console=&region=All&developer=&publisher=&goty_year=&genre=&boxart=Both&banner=Both&ownership=Both&results=50&order=Sales&showtotalsales=0&showtotalsales=1&showpublisher=0&showpublisher=1&showvgchartzscore=0&showvgchartzscore=1&shownasales=0&showdeveloper=0&showcriticscore=0&showcriticscore=1&showpalsales=0&showreleasedate=0&showreleasedate=1&showuserscore=0&showuserscore=1&showjapansales=0&showlastupdate=0&showlastupdate=1&showothersales=0

O que mais impressiona é que a versão mais vendida deste jogo foi a do Nintendo Switch, seguida da fucking versão de Wii! TEM GENTE COMPRANDO JUSTA DANCE PRA WII EM 218! E vendeu bem mais que no One... Dificilmente um JD 2019 vai ficar de fora do velho de guerra da Nintendo!

<3

Este jogo é fantástico! Muito bom evoluir todos os personagens. Os personagens da 2ª geração ficam ainda mais fortes. Celice, filho de Sigurd, torna-se quase um Deus, o deixei com 80 de HP, o máximo, como outros status que ficaram no seu máximo, mais os itens: Silver Sword, Silver Blade, Power Ring, Speed Ring, Defence Ring, deixando o Celice muito forte e resistente.

Obrigado! Sobre suas dúvidas: 1) Eu não consegui confirmação concreta de quem é o CEO atual da Game Freak. O pouco que descobri apontava para o Satoshi, mas é possível que ele já tenha saído sim. 2) O texto foi escrito em dezembro, antes do anúncio de Bayonetta 3. Como a ideia é lançar um listão assim a cada seis meses, acho que não vale o trabalho ficar atualizando a cada anúncio. Mas se houver demanda, posso fazer.

Belo compendium dos estúdios da Nintendo e afiliados! Só tenho duas dúvidas: 1- O Satoshi ainda é CEO da Game Freak? Pensei que ele já tinha se afastado. 2- A Platinum não está fazendo Bayonetta 3 agora?

Que bacana, o jogo parece bem legal. Só não compro porque larguei rápido o último jogo do tipo que peguei (Animal Crossing: New Leaf)

O Zelda mais zeldoso de todos

Esse é jogo é O Zelda?

Valeu :)

Realmente é algo incrível, parece até informação secreta kkkkkkk, ótimo post.

Analise justíssima, parabéns Renan! Na minha opinião, por mais que Pocket Camp seja inegávelmente a experiência mobile da Nintendo mais próxima que tivemos da “versão console”, é desnecessariamente repetitivo, incompleto e enjoativo. Além do gameplay lento (como citado na análise), não existem grandes recompensas pela progressão no jogo além de novos personagens e móveis pra construir. No fim, Pocket Camp é apenas (o pior de) New Leaf adaptado para smartphones, com 10% das funcionalidades e mecânicas free-to-play. Talvez uma atualização dê alguma tapeada na repetitividade excessiva, mas teriam que mudar tanto o jogo que nem sei se vale a pena.

Não joguei esse Zelda ainda, por isso não posso fazer comentários sobre o jogo mas sei que a Nintendo sempre capricha nos seus jogos e usa artificios muito elaborados até para as coisas mais simples, certa vez na internet achei um vídeo relacionando o construtivismo de Vygotsky com o jogo super Mario...por fim estou gostando dessa abordagem mais técnica dos jogos, sai um pouco do padrão da internet

É um openworld, no dois vc começa adolescente e vai envelhecendo, as cicatrizes permanecem, vc pode comprar casa e casar nas diferentes cidades... no terceiro muda mas as decisões são fodas, por exemplo vc procura apoio da população de uma vila pra dar o golpe no seu irmão, então vc promete uma ponte pra cidade, depois do golpe vc tem escolher entre construir a ponte e aumentar o exército da sua nação contra o inimigo do jogo ..daí sua escolha muda tudo

Eu ouvi muito de Fable na época pré-lançamento dele, mas não cheguei a jogar. Tinham muitas promessas nesse sentido mesmo, que você ia passar anos na pele do mesmo aventureiro. Ele chega a ser um openworld? E as escolhas geravam caminhos e quests diferentes?

Um jogo bem interessante mas que muita gente não gosta é Fable, vc ter uma vida, fazer escolhas que vão afetar a história é bem interessante, seria bem legal se em Zelda você pudesse desenvolver uma cidade e se tornar herói/prefeito

Rapaz, que texto. A crítica que você fez à premiação do Uncharted bate no ponto certo. As narrativas mais envolventes do universo dos games, pra mim, foram aquelas que exploraram todo o potencial de interatividade que a mídia propõe. Nada contra Uncharted e eu acho que o jogo é brilhante em vários outros aspectos, mas os exemplos citados no texto falam por si só. Enfim, gostei muito. E o site tá lindo, isso aqui é qualidade pura.

Excelente lista! O Switch é uma awesome little indie machine :)

Faltam 2 horas e estou que nem criança imaginando minha reação se eu ganhar.

Olha... excelente texto. Esse é um problema que eu já vinha discutindo em meus círculos de amizade ha um bom tempo. Isso fica ainda mais evidente quando percebe-se a necessidade das grandes publishers de seguirem tendencias mais lucrativas não afetam apenas o game design em si, mas também as temáticas, narrativas, e até mesmo a direção de arte dos games. Vide a enxurrada de jogos de zumbis que tivemos na geração passada... Por falar em indies, eu vejo muito potencial para que os próximos AAA inovadores saiam deles. O orçamento ainda é um problema, mas financiamento coletivo já é uma realidade. Acredito que equipes extremamente competentes e comprometidas consigam levantar fundos para levar adiante o desenvolvimento de jogos desse nível.

O sorteio vai ser ao vivo via live???

Obrigado Igor! Seja bem-vindo ao Nintendo Fusion :)

Rapaz, que texto foda! Parabéns Renan! Fico cada mais feliz em ser Nintendista em tempos como esse (apesar de ainda não ter um Switch), saber que a Nintendo rema pesado contra essa maré cheia de lixo. Recentemente o designer da BioWare, Manveer Heir (Mass Effect) compartilhou que a EA só tem foco mesmo nas microtransações, que ainda viu gente gastando 15 mil dolares com cards de multiplayer do Mass Effect 3. Pra piorar agora tem o sistema de Loot Box, que está na moda, e a Warner empolgou com o Shadow of Mordor. Loot Box pra fechar campanha ou pra tentar competir online nos jogos, pra mim isso é praticamente o fim. A única esperança que tenho nessa industria que amo tanto são mesmo nos indies, Nintendo e algumas empresas. Espero que a Activision não estrague a Blizzard, pq apesar de Overwatch ter Loot Box, são completamente cosméticos, e eu acho isso bom até, pq jogar pra desbloquear coisas visuais é muito mais interessante e prazeroso que jogar pra tentar a sorte com um item específico pra ser mais competitivo com upgrades no status do personagem.

Não aparece para você no começo do texto? https://uploads.disquscdn.com/images/b809b035a7e4e21875dfe6af44cc2d10dccbe7c3eea556e1be57fe8018d72a32.png

cadê o tal formulário do Gleam? não vi link nenhum no texto... tá mal explicado isso...

Das publicadoras de games, a EA é sem duvidas a pior. Não foi atoa que foi escolhida como a pior empresa americana por dois anos consecutivos. Não quero parecer um hater, mas é essa filosofia de shooters multimilionários, com gráficos de ponta e extorquimento de dinheiro dos consumidores é que vai fazê-los fechar as portas. Isso fica evidente com o “apoio” da empresa ao Switch, não souberam mais uma vez ler o sucesso do console, e repetem os mesmos erros de uma década: investir pesado em gêneros supersaturados. E é interessante notar como o Iwata foi capaz de enxergar uma realidade mais de uma década á sua frente, e feliz que cada vez mais empresas adotam essa estratégia: jogos de menor orçamento e maior foco no público

Agora sim vou ter meu switch o/

Sim!

Qual é a exceção "imperdoável"? Chrono Trigger?

Reativei minha conta só pra promoção kkkk

Cara, não uso Twitter. Até tenho, mas nem lembro senha nem nada. Vamos ver se tenho sorte

Parabéns à todos nessa nova empreitada, o site é promissor!

Acho que o único defeito desse game foi ter requentado muitas fases, poderia ter sido apenas a GHZ, por exemplo. Mas fora isso é impecável.

sera que agora ganho o

Precisa compartilhar no Facebook. Nos outros lugares é opcional.

Eu preciso compartilhar o sorteio pelo facebook? Ou é preciso compartilhar em outro lugar?

Felipe Sagrado escreva-se em tudo para aumenta a change brother!!!!

Você pode participar sim, só não vai poder obter os dois cupons relacionados ao Twitter. :)

Boa tarde. Eu não uso o Twitter, então gostaria de saber se isso impede minha participação ou só diminui minhas chances?

? vou seguir o Renan aqui tbm