Relato: Xbox Series X: Um Ano Depois - Neo Fusion
Relato
Xbox Series X:
Um Ano Depois
10 de novembro de 2021

Escrevo este texto no dia 6 de novembro de 2021, exatamente um ano após a chegada do meu Xbox Series X. Naquela semana, escrevi minhas primeiras impressões do console, destacando principalmente o fato de que, comparado ao Xbox One X, a sensação era mais de um upgrade de hardware do que uma nova geração de fato.

Hoje, venho dizer que, durante estes últimos 12 meses, minha estima pelo Series X apenas cresceu e arrisco dizer que é o melhor console que já tive. É um fato curioso — geralmente o que distingue consoles são seus jogos exclusivos, que o Series X não tem, tradicionalmente falando. A vasta maioria deles são ainda jogáveis no Xbox One, enquanto as poucas exceções estão disponíveis também para Windows 10.

Porém, como alguém que aprecia qualidade de imagem e altas taxas de quadro ao mesmo tempo que prefere a conveniência de um console, o Series X encaixou perfeitamente na minha vida e rotina. No primeiro semestre de 2021, fui capaz de reservar um bom tempo para jogar videogames, e a consequência disso foi que o Series X já é o console em que mais terminei jogos, com a contagem atual de 63 (está ainda um pouco atrás do PC, onde não jogo muito, mas inevitavelmente o número acumulou). Em alguns casos, joguei exclusivamente no Series X; em outros, alternei sessões com o One X graças à ótima compatibilidade de progressos oferecida pela Microsoft. De qualquer forma, fiquei impressionado com quão rápido foi superar meus números do Switch e PS4.

Atravessando o Backlog

Este ano evitei jogar muitos lançamentos. A maioria dos títulos que joguei foram coisas que já estavam no meu catálogo, ficaram com bons preços em promoção ou estavam disponíveis no Xbox Game Pass. O serviço me permite ter o luxo de aguardar pacientemente por boas promoções — tenho tanta coisa interessante para jogar que me parece um desperdício gastar centenas de reais em apenas um jogo. Por exemplo, por mais que eu esteja interessado em Resident Evil Village, vou jogá-lo apenas ano que vem e, enquanto isso, estou me colocando em dia com a série graças ao Game Pass e descontos mais vantajosos da Capcom.

Também usei esse período para finalmente embarcar em algumas séries que eram inéditas para mim. Mergulhei fundo na saga de Kazuma Kiryu e já joguei 4 jogos da série Yakuza — com planos sólidos para continuar a aventura em breve. Joguei Psychonauts em antecipação à continuação, tive meu primeiro contato com um simulador de voo, experimentei indies diversos e clássicos do Xbox 360, além de revisitar alguns favoritos. Para armazenar tudo isso, uso um SSD de 2TB. É possível rodar jogos de retrocompatibilidade diretamente do SSD externo, porém jogos otimizados para Series X geralmente precisam ser copiados para a memória interna.

Por outro lado, o serviço Xbox Live Gold é cada vez menos relevante. Ele ainda é necessário para jogar online e faz parte da assinatura Xbox Game Pass Ultimate (que inclui catálogos para consoles, PC, xCloud, EA Play e a Xbox Live Gold), mas é visível que os 4 jogos mensais oferecidos caíram muito de qualidade desde que o foco passou a ser o Game Pass. Ainda assim, tem um aspecto vantajoso: todo mês recebemos dois jogos de Xbox 360. Ainda que alguns eu nunca compraria, gostei de experimentá-los e do fato de tê-los de forma permanente em minha biblioteca mesmo sem renovar a assinatura.

Funcionalidades que vão além

Quase tudo isso é, de fato, possível no Xbox One. Porém, as vantagens do console novo vão muito além dos jogos em si. A maior vantagem, claro, é o tempo de carregamento graças ao SSD. Isso torna sessões curtas muito mais proveitosas e acabo me distraindo menos — não dá tempo de ficar no Twitter enquanto um carregamento longo acontece. Associado a isso, está o Quick Resume que, na minha opinião, é a maior vantagem atual do Xbox contra o rival PlayStation 5. Como alguém que gosta de uma variedade grande de jogos, é muito relaxante poder rapidamente alternar entre jogos de tiro, aventura, corrida e quebra-cabeças, o que reduz a fatiga de quando jogo por horas mais longas.

Fora isso, a qualidade dos jogos em si é um grande avanço. A vasta maioria do que joguei rodava a 60fps sólidos e as tecnologias de FPS Boost e Auto HDR apenas aumentam o leque disponível. Em jogos com opções de resolução ou desempenho, o sacrifício visual para mim parece pequeno comparado à vasta melhoria na sensação de jogo. E isso tudo se torna gritante quando se faz uma comparação direta ao Xbox One. Control, por exemplo, é um jogo que se beneficia do hardware novo ao ponto de ser transformador, enquanto o combate de Sekiro: Shadows Die Twice é elevado ao extremo graças à taxa de quadros fluida e estável.

O controle carece de funcionalidades mais avançadas como as do DualSense, mas para mim é o melhor controle “básico” já feito. O peso, formato e arranjo dos botões são praticamente perfeitos e sinto que é infinitamente confortável. É um controle extremamente conservador, mas acerta em todos os aspectos fundamentais. Minha principal crítica a ele é ser um tanto barulhento, o que pode incomodar jogando no calar da noite. A presença de um sensor de movimento também seria muito bem-vinda em jogos de tiro, para ser sincero.

Microsoft generosa?

Outro ponto positivo para a Microsoft são as frequentes atualizações do sistema operacional. O SO em geral é um pouco confuso por ter muitas coisas acontecendo na tela, mas com um pouco de costume é uma ferramenta bem legal para customizar o console do seu jeito. Há uma amplitude de opções estéticas, organizacionais e de acessibilidade que constroem em cima de tudo que já foi feito para o Xbox One e, a cada poucos meses, se torna um pouco melhor.

Também devo mencionar um pouco o programa Microsoft Rewards: graças a ele, consegui bons descontos em um controle e um headset novos, além de estender bastante minha assinatura do Game Pass gastando muito pouco — apenas em 2021 já rendeu cerca de 150 euros em descontos. Dá um pouco de trabalho fazer todas as tarefas, mas para quem joga no Xbox com frequência, as recompensas são muito bem-vindas.

Xbox é apenas uma caixa?

Naturalmente, o Xbox Series X é apenas uma peça do ecossistema Xbox que a Microsoft está promovendo. Ao lado dele, temos o irmão menor, Xbox Series S, que roda os mesmos jogos mirando resolução 1080p ao invés de 4K. Meu amigo e colega de Neo Fusion, Pedro Vicente, recentemente adquiriu um Series S para complementar seu PS5, usando o novo console exclusivamente como “Game Pass machine”. Toda vez que um novo jogo entra no serviço, brinca: “ser caixista é bom demais”.

Contextualizando: não queremos promover console wars, mas há a sensação de que a Microsoft está tratando seus consumidores muito bem ultimamente.

As outras partes desse ecossistema são o Windows — que recebe todos os jogos da Microsoft e também conta com um catálogo similar, porém distinto, do Game Pass — e o Xbox Cloud Gaming (xCloud), o serviço de jogos na nuvem da Microsoft. Jogos na nuvem ainda não estão no ponto que eu gostaria — a qualidade de imagem e tempo de resposta sofrem muito —, mas é muito interessante ver que o serviço existe e funciona razoavelmente bem. Eu o uso principalmente para completar tarefas do MS Rewards fora de casa, mas estou pensando em usá-lo também para jogar algo que não exija controles rápidos, como um RPG ou jogo de estratégia por turnos. Agora, também é possível usar o xCloud diretamente do console, o que nos permite conferir um jogo sem precisar baixar dúzias de gigabytes ou dá aos donos de Xbox One um gostinho do desempenho do Series X. Infelizmente, ainda não é viável usar o serviço em longas viagens de ônibus, trem e avião — isso continua um trabalho para o bom e velho Nintendo Switch.

E o futuro?

É verdade que a Microsoft pisou na bola com seus lançamentos first-party durante a geração Xbox One. Eu até prefiro, na média, os jogos de Xbox One aos de PS4 (mas os melhores destes são realmente em outro nível), mas é visível que a empresa está colocando novos esforços no advento da nova geração. As aquisições estão começando a dar frutos e a melhor parte disso é que todos esses jogos serão jogáveis de imediato pelo Xbox Game Pass.

Esta semana jogamos Forza Horizon 5 e mês que vem veremos Halo Infinite — a trindade Halo-Forza-Gears continua sendo a base do Xbox, mas agora temos muito mais variedade para complementar. Psychonauts 2 é completamente diferente de qualquer jogo já publicado pela Microsoft, por exemplo, e ano que vem já podemos esperar lançamentos como Starfield Hellblade II: Senua’s Saga. Séries esquecidas, como Battletoads e Perfect Dark, estão recebendo nova vida e até teremos um jogo licenciado do Indiana Jones. Não acho que faz sentido comparar o estado atual da Microsoft a Sony ou Nintendo mas, com certeza, é um grande avanço comparado à própria Microsoft de cinco anos atrás.


Com tudo isso dito, apenas deixo minha recomendação: seja você um veterano do Xbox 360 ou um jogador de Nintendo/PlayStation que nunca teve um Xbox, experimente um Series X ou S. Há muita coisa boa para aproveitar nesses consoles, tanto em jogos como em funcionalidades, e imagino que a maioria de vocês terá uma impressão muito positiva do rumo atual da Microsoft como empresa de videogames.

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Comentários

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[…] (Texto publicado no Neo Fusion, em 14/01/2021, disponível no link: http://54.237.89.239/materia/analise/tell-me-why/) […]

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Breath of the Wild carater família?

wishlistei

Você sabe me falar se compensa eu comprar esse ou posso jogar o original também, eu tenho o original mas não. Joguei nenhum você pode me ajudar nessa Dúvida de 259 reais kkkk

Incluindo a fonte de meu comentário.: http://www.vgchartz.com/gamedb/games.php?name=just+dance+2018&keyword=&console=&region=All&developer=&publisher=&goty_year=&genre=&boxart=Both&banner=Both&ownership=Both&results=50&order=Sales&showtotalsales=0&showtotalsales=1&showpublisher=0&showpublisher=1&showvgchartzscore=0&showvgchartzscore=1&shownasales=0&showdeveloper=0&showcriticscore=0&showcriticscore=1&showpalsales=0&showreleasedate=0&showreleasedate=1&showuserscore=0&showuserscore=1&showjapansales=0&showlastupdate=0&showlastupdate=1&showothersales=0

O que mais impressiona é que a versão mais vendida deste jogo foi a do Nintendo Switch, seguida da fucking versão de Wii! TEM GENTE COMPRANDO JUSTA DANCE PRA WII EM 218! E vendeu bem mais que no One... Dificilmente um JD 2019 vai ficar de fora do velho de guerra da Nintendo!

<3

Este jogo é fantástico! Muito bom evoluir todos os personagens. Os personagens da 2ª geração ficam ainda mais fortes. Celice, filho de Sigurd, torna-se quase um Deus, o deixei com 80 de HP, o máximo, como outros status que ficaram no seu máximo, mais os itens: Silver Sword, Silver Blade, Power Ring, Speed Ring, Defence Ring, deixando o Celice muito forte e resistente.

Obrigado! Sobre suas dúvidas: 1) Eu não consegui confirmação concreta de quem é o CEO atual da Game Freak. O pouco que descobri apontava para o Satoshi, mas é possível que ele já tenha saído sim. 2) O texto foi escrito em dezembro, antes do anúncio de Bayonetta 3. Como a ideia é lançar um listão assim a cada seis meses, acho que não vale o trabalho ficar atualizando a cada anúncio. Mas se houver demanda, posso fazer.

Belo compendium dos estúdios da Nintendo e afiliados! Só tenho duas dúvidas: 1- O Satoshi ainda é CEO da Game Freak? Pensei que ele já tinha se afastado. 2- A Platinum não está fazendo Bayonetta 3 agora?

Que bacana, o jogo parece bem legal. Só não compro porque larguei rápido o último jogo do tipo que peguei (Animal Crossing: New Leaf)

O Zelda mais zeldoso de todos

Esse é jogo é O Zelda?

Valeu :)

Realmente é algo incrível, parece até informação secreta kkkkkkk, ótimo post.

Analise justíssima, parabéns Renan! Na minha opinião, por mais que Pocket Camp seja inegávelmente a experiência mobile da Nintendo mais próxima que tivemos da “versão console”, é desnecessariamente repetitivo, incompleto e enjoativo. Além do gameplay lento (como citado na análise), não existem grandes recompensas pela progressão no jogo além de novos personagens e móveis pra construir. No fim, Pocket Camp é apenas (o pior de) New Leaf adaptado para smartphones, com 10% das funcionalidades e mecânicas free-to-play. Talvez uma atualização dê alguma tapeada na repetitividade excessiva, mas teriam que mudar tanto o jogo que nem sei se vale a pena.

Não joguei esse Zelda ainda, por isso não posso fazer comentários sobre o jogo mas sei que a Nintendo sempre capricha nos seus jogos e usa artificios muito elaborados até para as coisas mais simples, certa vez na internet achei um vídeo relacionando o construtivismo de Vygotsky com o jogo super Mario...por fim estou gostando dessa abordagem mais técnica dos jogos, sai um pouco do padrão da internet

É um openworld, no dois vc começa adolescente e vai envelhecendo, as cicatrizes permanecem, vc pode comprar casa e casar nas diferentes cidades... no terceiro muda mas as decisões são fodas, por exemplo vc procura apoio da população de uma vila pra dar o golpe no seu irmão, então vc promete uma ponte pra cidade, depois do golpe vc tem escolher entre construir a ponte e aumentar o exército da sua nação contra o inimigo do jogo ..daí sua escolha muda tudo

Eu ouvi muito de Fable na época pré-lançamento dele, mas não cheguei a jogar. Tinham muitas promessas nesse sentido mesmo, que você ia passar anos na pele do mesmo aventureiro. Ele chega a ser um openworld? E as escolhas geravam caminhos e quests diferentes?

Um jogo bem interessante mas que muita gente não gosta é Fable, vc ter uma vida, fazer escolhas que vão afetar a história é bem interessante, seria bem legal se em Zelda você pudesse desenvolver uma cidade e se tornar herói/prefeito

Rapaz, que texto. A crítica que você fez à premiação do Uncharted bate no ponto certo. As narrativas mais envolventes do universo dos games, pra mim, foram aquelas que exploraram todo o potencial de interatividade que a mídia propõe. Nada contra Uncharted e eu acho que o jogo é brilhante em vários outros aspectos, mas os exemplos citados no texto falam por si só. Enfim, gostei muito. E o site tá lindo, isso aqui é qualidade pura.

Excelente lista! O Switch é uma awesome little indie machine :)

Faltam 2 horas e estou que nem criança imaginando minha reação se eu ganhar.

Olha... excelente texto. Esse é um problema que eu já vinha discutindo em meus círculos de amizade ha um bom tempo. Isso fica ainda mais evidente quando percebe-se a necessidade das grandes publishers de seguirem tendencias mais lucrativas não afetam apenas o game design em si, mas também as temáticas, narrativas, e até mesmo a direção de arte dos games. Vide a enxurrada de jogos de zumbis que tivemos na geração passada... Por falar em indies, eu vejo muito potencial para que os próximos AAA inovadores saiam deles. O orçamento ainda é um problema, mas financiamento coletivo já é uma realidade. Acredito que equipes extremamente competentes e comprometidas consigam levantar fundos para levar adiante o desenvolvimento de jogos desse nível.

O sorteio vai ser ao vivo via live???

Obrigado Igor! Seja bem-vindo ao Nintendo Fusion :)

Rapaz, que texto foda! Parabéns Renan! Fico cada mais feliz em ser Nintendista em tempos como esse (apesar de ainda não ter um Switch), saber que a Nintendo rema pesado contra essa maré cheia de lixo. Recentemente o designer da BioWare, Manveer Heir (Mass Effect) compartilhou que a EA só tem foco mesmo nas microtransações, que ainda viu gente gastando 15 mil dolares com cards de multiplayer do Mass Effect 3. Pra piorar agora tem o sistema de Loot Box, que está na moda, e a Warner empolgou com o Shadow of Mordor. Loot Box pra fechar campanha ou pra tentar competir online nos jogos, pra mim isso é praticamente o fim. A única esperança que tenho nessa industria que amo tanto são mesmo nos indies, Nintendo e algumas empresas. Espero que a Activision não estrague a Blizzard, pq apesar de Overwatch ter Loot Box, são completamente cosméticos, e eu acho isso bom até, pq jogar pra desbloquear coisas visuais é muito mais interessante e prazeroso que jogar pra tentar a sorte com um item específico pra ser mais competitivo com upgrades no status do personagem.

Não aparece para você no começo do texto? https://uploads.disquscdn.com/images/b809b035a7e4e21875dfe6af44cc2d10dccbe7c3eea556e1be57fe8018d72a32.png

cadê o tal formulário do Gleam? não vi link nenhum no texto... tá mal explicado isso...

Das publicadoras de games, a EA é sem duvidas a pior. Não foi atoa que foi escolhida como a pior empresa americana por dois anos consecutivos. Não quero parecer um hater, mas é essa filosofia de shooters multimilionários, com gráficos de ponta e extorquimento de dinheiro dos consumidores é que vai fazê-los fechar as portas. Isso fica evidente com o “apoio” da empresa ao Switch, não souberam mais uma vez ler o sucesso do console, e repetem os mesmos erros de uma década: investir pesado em gêneros supersaturados. E é interessante notar como o Iwata foi capaz de enxergar uma realidade mais de uma década á sua frente, e feliz que cada vez mais empresas adotam essa estratégia: jogos de menor orçamento e maior foco no público

Agora sim vou ter meu switch o/

Sim!

Qual é a exceção "imperdoável"? Chrono Trigger?

Reativei minha conta só pra promoção kkkk

Cara, não uso Twitter. Até tenho, mas nem lembro senha nem nada. Vamos ver se tenho sorte

Parabéns à todos nessa nova empreitada, o site é promissor!

Acho que o único defeito desse game foi ter requentado muitas fases, poderia ter sido apenas a GHZ, por exemplo. Mas fora isso é impecável.

sera que agora ganho o

Precisa compartilhar no Facebook. Nos outros lugares é opcional.

Eu preciso compartilhar o sorteio pelo facebook? Ou é preciso compartilhar em outro lugar?

Felipe Sagrado escreva-se em tudo para aumenta a change brother!!!!

Você pode participar sim, só não vai poder obter os dois cupons relacionados ao Twitter. :)

Boa tarde. Eu não uso o Twitter, então gostaria de saber se isso impede minha participação ou só diminui minhas chances?

? vou seguir o Renan aqui tbm