Análise: Trek to Yomi - Neo Fusion
Análise
Trek to Yomi
5 de maio de 2022
Cópia digital da versão de PC do jogo cedida pela Devolver Digital.

O cinema japonês dos anos 50 e 60 é recheado de filmes de samurai extremamente bem feitos e visualmente marcantes. Obras de Akira Kurosawa, como Os Sete Samurais (1954), Trono Manchado de Sangue (1957), Yojimbo (1961), ou de Masaki Kobayashi, como Harakiri (1962), não só envelheceram feito os melhores vinhos, como também permanecem influentes até hoje, indo além da sétima arte nesse aspecto.

É dessa fonte nipônica que muito bebe Leonard Menchiari, desenvolvedor indie responsável pelo platformer cinemático The Eternal Castle, pelo curta interativo Neo Dusk e, agora, pelo épico samurai Trek to Yomi, desenvolvido em conjunto com os poloneses da Flying Wild Hog e publicado pela Devolver Digital.

Trek to Yomi é visualmente impressionante e captura muito bem a estética dos melhores planos e cenas daqueles clássicos cinematográficos – um grande mérito, considerando que foi feito por um time pequeno – e também traz um espetáculo no departamento sonoro, com atuações japonesas de primeira linha e ótima mixagem de som. Da mesma forma, é fácil identificar diversas influências de clássicos dos videogames em seu pedigree, indo dos títulos da Playdead (Limbo e Inside) até os clássicos Ico, Another World e Prince of Persia (1989). Mas a pergunta que realmente importa é a seguinte: em termos puramente gamísticos, Trek to Yomi se prova tão inspirado quanto o é esteticamente falando?

Pela honra ou pelo amor

A primeira coisa que encontramos ao passar pela tela de título de Trek to Yomi é seu seletor de dificuldades: fácil, médio e difícil – ou Kabuki, Bushido e Ronin, respectivamente. Há também o Kensei, liberado após atingirmos os créditos e se trata de um modo em que todo mundo morre com apenas um golpe, incluindo você. Após selecionarmos a dificuldade desejada, somos levados a uma breve introdução nos apresentando ao protagonista, o jovem Hiroki, e ao seu sensei, o samurai Sanjuro (aliás, Sanjuro é curiosamente o nome da sequência do filme Yojimbo, ambos dirigidos por Akira Kurosawa). 

Nessa apresentação-tutorial, o jogo nos ensina o básico do seu combate – ele se desenrola em telas fixas, onde temos quase sempre movimentação de sidescroller – introduz um sistema de parry, que é familiar caso você tenha jogado Sekiro ou Ghost of Tsushima, e ensina a combar com sequências de ataques fracos ou fortes, administrando stamina. Conforme avançamos, esse combate se desenvolve junto da própria habilidade de Hiroki, nos dá armas como arco e flecha e mais movimentos, mas nunca foge muito dessa descrição básica, o que pode ser visto tanto positiva quanto negativamente (mais sobre isso adiante).

É muito bacana que já de cara Trek to Yomi busca impressionar com a composição de cada uma de suas telas. Todas elas feitas com elegância, atenção a detalhes e cuidado. A própria vila do início do jogo – onde Hiroki vive com Sanjuro e sua filha, Aiko, grande amiga, confidente e interesse amoroso do protagonista –  já prova quanto tempo os desenvolvedores passaram pensando na posição de cada objeto, cada morador e na própria arquitetura daquele lugar, bem como na forma que a câmera se comporta e onde fica parada, enquadrando cada “cena”.

Em muitos dos melhores filmes de samurai, em particular de Kurosawa, é notório como os planos enfatizam o movimento, seja da natureza, seja de grupos de pessoas, seja de indivíduos (muitas das vezes se comportando até mesmo de maneira exagerada para transmitir sentimentos), seja o da própria câmera ou dos cortes na edição. Trek to Yomi entende muito bem isso na hora de posicionar a câmera do jogo nos cenários, enquadrar as arenas de combate e boss fights, demonstrar a força da natureza agindo quando um raio atinge uma árvore ou a forma que um prédio desaba em chamas durante uma fuga urgente. Há grande beleza e maravilhamento visual nisso e é certamente o maior mérito do jogo.


Trek to Yomi tem uma história bastante simples: numa certa época da infância de Hiroki, a paz de sua vila é abalada com a invasão de bandidos, o que não era incomum nos tempos do Japão feudal. Felizmente, graças a Sanjuro e ao próprio Hiroki, o ataque é interrompido e a tranquilidade é restaurada, persistindo por muitos anos. Já em sua fase adulta, tendo completado seu treinamento samurai, Hiroki é guiado por um forte senso de honra e dever, sempre defendendo os inocentes e matando sem hesitar aqueles que ousarem ameaçá-los, preferindo agir ao invés de discutir.

Ao lado de Hiroki, continua presente Aiko, que se tornou uma verdadeira líder para a vila, respeitada pela sua mente estratégica e sua autoridade natural, mesmo que ainda tão jovem. Juntos, Aiko e Hiroki olham pela vila seguindo os passos de Sanjuro e protegendo os mais fracos. Isso se estende até mesmo para regiões vizinhas quando sofrem mais ataques de bandidos similares ao da infância de Hiroki, e é exatamente durante um desses ataques que vários dos eventos mais importantes da vida de Hiroki se desenrolam, levando-o às profundezas do Yomi (黄泉), terra dos mortos na mitologia japonesa. 

Essa trama não é um grande exemplo de originalidade ou complexidade, mas funciona bem dentro da proposta do jogo. É um pano de fundo que casa bem com o gênero e justifica a jornada de Hiroki, ainda que contenha certa dose de previsibilidade. A grande graça de Trek to Yomi está em apreciar todo o esforço posto em sua apresentação e, mesmo que o roteiro não seja inovador, é muito bem guiado pelo talento dos atores e pela excelente entrega dos diálogos em japonês. O espetáculo é deveras audiovisual, aqui.

Jornada ao Yomi

Trek to Yomi é dividido em capítulos curtos (marcados pelas conquistas e não por cartões dizendo “CAPÍTULO XYZ”) e é uma daquelas experiências de se terminar em uma tarde. Cada uma de suas regiões procura explorar os cenários seguindo aquela perspectiva 2.5D, com seções mais sidescroller e outras um pouco mais livres em movimentação,, mas sempre com a câmera fixa e perspectiva dirigida por Menchiari. Os cenários se resumem a vilas, florestas, templos e à própria região do Yomi. Pela sua curta duração, nunca senti que essa pequena variedade fosse cansativa e o jogo se esforça para colocar coletáveis e outros segredos fora do caminho principal, incentivando a exploração para quem tiver interesse nisso.


As “fases” do jogo têm partes facilmente divididas em “arenas de combate”, “seção de exploração”, “quebra-cabeças” e, claro, “hora de enfrentar o chefe”, encerrando cada capítulo. Em questão de ritmo, principalmente no começo, essa divisão é bastante saudável e o jogo é generoso com seus checkpoints, uma ótima escolha visto que é bem fácil morrer nas dificuldades mais elevadas e até mesmo nas mais baixas se você não for cuidadoso.

Em termos de chefes, o jogo não surpreende muito e não os acho muito memoráveis, mas os encontros em si são bem-vindos e pedem que o jogador prove que aprendeu bem seu sistema de combate. E por falar em combate, sua simplicidade é um ponto… curioso. Em resumo, o jogo começa bastante agradável justamente por ter esse balanço decente entre reatividade do jogador frente os tipos de inimigos (bandidos individuais, bandidos em grupos, bandidos com lanças, entidades sobrenaturais, etc…) e é satisfatório aprender o timing de repelir ataques, contra-atacar, virar rapidamente para direções opostas e punir inimigos que se aproximavam pelas costas, atacar a longa distância com armas diferentes, usar o próprio cenário a seu favor (com armadilhas) e também sempre levar em conta o custo de suas ações, na forma do consumo de stamina. Tudo é bastante familiar e funciona… mas pode ficar cansativo ao longo do tempo, já que Trek to Yomi nunca vai além do básico dos jogos de ação e isso é infelizmente uma pena. Talvez a filosofia aqui pudesse ser de design por subtração, polindo o que era realmente essencial, ou o oposto dela, dando mais robustez à mobilidade de Hiroki e explorando mais a criatividade nos encontros e na variedade de inimigos, especialmente ao longo das 5 ou 7 horas de gameplay.

Outro ponto de simplicidade reside nos quebra-cabeças. Trek to Yomi nunca abusa do uso de puzzles, mas também nunca se prova inspirado na hora de usá-los. São sempre desafios simples e, embora eu os tenha resolvido da maneira que foi planejada pelos desenvolvedores, é muito fácil simplesmente forçar seu sucesso a partir da tentativa e erro. Houvesse um equilíbrio maior entre desafio, variedade e surpresa, talvez esse pudesse ser um dos pontos de maior destaque do jogo, já que os elementos da cultura japonesa são ricos e foram bem utilizados.


Por fim, joguei Trek to Yomi em um PC bem próximo de suas configurações recomendadas e não tive nenhum grande problema (salvo um crash bobo no meio do jogo em que a tela ficou preta e nada voltava ao normal até eu reiniciar o game) para rodá-lo com tudo no máximo em 4K, quase sempre atingindo 60 fps. Realmente penso que a melhor maneira de apreciar Trek to Yomi é mesmo aproveitando a melhor configuração visual que estiver à sua disposição, já que o grande impacto do jogo está em toda a sua construção estética e audiovisual.

Trek to Yomi é uma divertida homenagem ao brilhante cinema de samurai do passado e essa é sua maior força, certamente capaz de inspirar toda uma geração de jogadores que talvez nunca tenham visto as obras de Akira Kurosawa a conhecê-la. Ele não surpreende no departamento do gameplay e não é tão inspirado quanto a fonte de onde puxa suas ideias, mas como um título curto e cabível de se terminar em uma tarde, se prova um bom jogo indie de desenvolvedores que claramente têm bastante talento e o coração no lugar certo.

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Comentários

[…] No último sábado, 13 de março, completei um ano de isolamento social. Posso contar nos dedos as vezes que saí para resolver alguma pendência obrigatória presencialmente. Pensar que o mundo mudou tanto em 365 dias me causa ansiedade. Mas, pensar como eu mudei, ou deixei de mudar, nesse período me causa mais angústia. Obviamente, não tem sido fácil para ninguém. O que restou, além das adaptações de rotina, foi reaprender a me comunicar de maneira remota. Uma dessas lições foi aprendida por meio de Stardew Valley. […]

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Breath of the Wild carater família?

wishlistei

Você sabe me falar se compensa eu comprar esse ou posso jogar o original também, eu tenho o original mas não. Joguei nenhum você pode me ajudar nessa Dúvida de 259 reais kkkk

Incluindo a fonte de meu comentário.: http://www.vgchartz.com/gamedb/games.php?name=just+dance+2018&keyword=&console=&region=All&developer=&publisher=&goty_year=&genre=&boxart=Both&banner=Both&ownership=Both&results=50&order=Sales&showtotalsales=0&showtotalsales=1&showpublisher=0&showpublisher=1&showvgchartzscore=0&showvgchartzscore=1&shownasales=0&showdeveloper=0&showcriticscore=0&showcriticscore=1&showpalsales=0&showreleasedate=0&showreleasedate=1&showuserscore=0&showuserscore=1&showjapansales=0&showlastupdate=0&showlastupdate=1&showothersales=0

O que mais impressiona é que a versão mais vendida deste jogo foi a do Nintendo Switch, seguida da fucking versão de Wii! TEM GENTE COMPRANDO JUSTA DANCE PRA WII EM 218! E vendeu bem mais que no One... Dificilmente um JD 2019 vai ficar de fora do velho de guerra da Nintendo!

<3

Este jogo é fantástico! Muito bom evoluir todos os personagens. Os personagens da 2ª geração ficam ainda mais fortes. Celice, filho de Sigurd, torna-se quase um Deus, o deixei com 80 de HP, o máximo, como outros status que ficaram no seu máximo, mais os itens: Silver Sword, Silver Blade, Power Ring, Speed Ring, Defence Ring, deixando o Celice muito forte e resistente.

Obrigado! Sobre suas dúvidas: 1) Eu não consegui confirmação concreta de quem é o CEO atual da Game Freak. O pouco que descobri apontava para o Satoshi, mas é possível que ele já tenha saído sim. 2) O texto foi escrito em dezembro, antes do anúncio de Bayonetta 3. Como a ideia é lançar um listão assim a cada seis meses, acho que não vale o trabalho ficar atualizando a cada anúncio. Mas se houver demanda, posso fazer.

Belo compendium dos estúdios da Nintendo e afiliados! Só tenho duas dúvidas: 1- O Satoshi ainda é CEO da Game Freak? Pensei que ele já tinha se afastado. 2- A Platinum não está fazendo Bayonetta 3 agora?

Que bacana, o jogo parece bem legal. Só não compro porque larguei rápido o último jogo do tipo que peguei (Animal Crossing: New Leaf)

O Zelda mais zeldoso de todos

Esse é jogo é O Zelda?

Valeu :)

Realmente é algo incrível, parece até informação secreta kkkkkkk, ótimo post.

Analise justíssima, parabéns Renan! Na minha opinião, por mais que Pocket Camp seja inegávelmente a experiência mobile da Nintendo mais próxima que tivemos da “versão console”, é desnecessariamente repetitivo, incompleto e enjoativo. Além do gameplay lento (como citado na análise), não existem grandes recompensas pela progressão no jogo além de novos personagens e móveis pra construir. No fim, Pocket Camp é apenas (o pior de) New Leaf adaptado para smartphones, com 10% das funcionalidades e mecânicas free-to-play. Talvez uma atualização dê alguma tapeada na repetitividade excessiva, mas teriam que mudar tanto o jogo que nem sei se vale a pena.

Não joguei esse Zelda ainda, por isso não posso fazer comentários sobre o jogo mas sei que a Nintendo sempre capricha nos seus jogos e usa artificios muito elaborados até para as coisas mais simples, certa vez na internet achei um vídeo relacionando o construtivismo de Vygotsky com o jogo super Mario...por fim estou gostando dessa abordagem mais técnica dos jogos, sai um pouco do padrão da internet

É um openworld, no dois vc começa adolescente e vai envelhecendo, as cicatrizes permanecem, vc pode comprar casa e casar nas diferentes cidades... no terceiro muda mas as decisões são fodas, por exemplo vc procura apoio da população de uma vila pra dar o golpe no seu irmão, então vc promete uma ponte pra cidade, depois do golpe vc tem escolher entre construir a ponte e aumentar o exército da sua nação contra o inimigo do jogo ..daí sua escolha muda tudo

Eu ouvi muito de Fable na época pré-lançamento dele, mas não cheguei a jogar. Tinham muitas promessas nesse sentido mesmo, que você ia passar anos na pele do mesmo aventureiro. Ele chega a ser um openworld? E as escolhas geravam caminhos e quests diferentes?

Um jogo bem interessante mas que muita gente não gosta é Fable, vc ter uma vida, fazer escolhas que vão afetar a história é bem interessante, seria bem legal se em Zelda você pudesse desenvolver uma cidade e se tornar herói/prefeito

Rapaz, que texto. A crítica que você fez à premiação do Uncharted bate no ponto certo. As narrativas mais envolventes do universo dos games, pra mim, foram aquelas que exploraram todo o potencial de interatividade que a mídia propõe. Nada contra Uncharted e eu acho que o jogo é brilhante em vários outros aspectos, mas os exemplos citados no texto falam por si só. Enfim, gostei muito. E o site tá lindo, isso aqui é qualidade pura.

Excelente lista! O Switch é uma awesome little indie machine :)

Faltam 2 horas e estou que nem criança imaginando minha reação se eu ganhar.

Olha... excelente texto. Esse é um problema que eu já vinha discutindo em meus círculos de amizade ha um bom tempo. Isso fica ainda mais evidente quando percebe-se a necessidade das grandes publishers de seguirem tendencias mais lucrativas não afetam apenas o game design em si, mas também as temáticas, narrativas, e até mesmo a direção de arte dos games. Vide a enxurrada de jogos de zumbis que tivemos na geração passada... Por falar em indies, eu vejo muito potencial para que os próximos AAA inovadores saiam deles. O orçamento ainda é um problema, mas financiamento coletivo já é uma realidade. Acredito que equipes extremamente competentes e comprometidas consigam levantar fundos para levar adiante o desenvolvimento de jogos desse nível.

O sorteio vai ser ao vivo via live???

Obrigado Igor! Seja bem-vindo ao Nintendo Fusion :)

Rapaz, que texto foda! Parabéns Renan! Fico cada mais feliz em ser Nintendista em tempos como esse (apesar de ainda não ter um Switch), saber que a Nintendo rema pesado contra essa maré cheia de lixo. Recentemente o designer da BioWare, Manveer Heir (Mass Effect) compartilhou que a EA só tem foco mesmo nas microtransações, que ainda viu gente gastando 15 mil dolares com cards de multiplayer do Mass Effect 3. Pra piorar agora tem o sistema de Loot Box, que está na moda, e a Warner empolgou com o Shadow of Mordor. Loot Box pra fechar campanha ou pra tentar competir online nos jogos, pra mim isso é praticamente o fim. A única esperança que tenho nessa industria que amo tanto são mesmo nos indies, Nintendo e algumas empresas. Espero que a Activision não estrague a Blizzard, pq apesar de Overwatch ter Loot Box, são completamente cosméticos, e eu acho isso bom até, pq jogar pra desbloquear coisas visuais é muito mais interessante e prazeroso que jogar pra tentar a sorte com um item específico pra ser mais competitivo com upgrades no status do personagem.

Não aparece para você no começo do texto? https://uploads.disquscdn.com/images/b809b035a7e4e21875dfe6af44cc2d10dccbe7c3eea556e1be57fe8018d72a32.png

cadê o tal formulário do Gleam? não vi link nenhum no texto... tá mal explicado isso...

Das publicadoras de games, a EA é sem duvidas a pior. Não foi atoa que foi escolhida como a pior empresa americana por dois anos consecutivos. Não quero parecer um hater, mas é essa filosofia de shooters multimilionários, com gráficos de ponta e extorquimento de dinheiro dos consumidores é que vai fazê-los fechar as portas. Isso fica evidente com o “apoio” da empresa ao Switch, não souberam mais uma vez ler o sucesso do console, e repetem os mesmos erros de uma década: investir pesado em gêneros supersaturados. E é interessante notar como o Iwata foi capaz de enxergar uma realidade mais de uma década á sua frente, e feliz que cada vez mais empresas adotam essa estratégia: jogos de menor orçamento e maior foco no público

Agora sim vou ter meu switch o/

Sim!

Qual é a exceção "imperdoável"? Chrono Trigger?

Reativei minha conta só pra promoção kkkk

Cara, não uso Twitter. Até tenho, mas nem lembro senha nem nada. Vamos ver se tenho sorte

Parabéns à todos nessa nova empreitada, o site é promissor!

Acho que o único defeito desse game foi ter requentado muitas fases, poderia ter sido apenas a GHZ, por exemplo. Mas fora isso é impecável.

sera que agora ganho o

Precisa compartilhar no Facebook. Nos outros lugares é opcional.

Eu preciso compartilhar o sorteio pelo facebook? Ou é preciso compartilhar em outro lugar?

Felipe Sagrado escreva-se em tudo para aumenta a change brother!!!!

Você pode participar sim, só não vai poder obter os dois cupons relacionados ao Twitter. :)

Boa tarde. Eu não uso o Twitter, então gostaria de saber se isso impede minha participação ou só diminui minhas chances?

? vou seguir o Renan aqui tbm